NBC define partida do Sunday Night Football que poderá brecar audiência americana do Miss Universo 2017


Confronto entre Dallas Cowboys e Oakland Raiders integra a grade flexível

Da redação TV em Análise

Fotos Wesley Mitt/Getty Images/26.11.2009 e Ted Alibe/AFP/Getty Images/30.01.2017


A NBC Sports, divisão de esportes da NBC, liberou na noite da quinta-feira (20) a grade da temporada 2017 do Sunday Night Football. Entre os destaques, está a antecipação do jogo do dia 24 de dezembro, véspera de Natal, que cai num domingo, para a noite do sábado, 23. A partida escolhida para essa data, não sujeita à grade flexível é Green Bay Packers x Minnesota Vikings, a ser jogada no Lambeau Field, em Green Bay (Wisconsin).
No entanto, chama a atenção a partida do dia 17 de dezembro, entre Oakland Raiders e Dallas Cowboys, a ser jogada no Oakland Alameda Coliseum, em Oakland (Califórnia), às 23h25, pelo horário brasileiro de verão (20h25, pelo horário da costa leste americana). Esse poderá ser o jogo de confronto com o concurso Miss Universo 2017, previsto para às 22h (19h pelo horário da costa leste americana), que terá transmissão da FOX, casa do concurso desde 2015. No entanto, a manutenção dessa partida está sujeita à política de grade flexível adotada pela National Football League (NFL), válida a partir da semana 5, em 8 de outubro, que pode favorecer partidas de maior implicância de playoffs.
Nos anos em que geriu e transmitiu o Miss Universo (2003-2014), a NBC sempre procurou evitar que o concurso ocorresse em domingo de Sunday Night Football. A ida do certame para a FOX tornou inevitável esse tipo de confronto, ao menos na disputa de telespectadores nos Estados Unidos. Lá, as partidas da NFL guardam uma maior vantagem de audiência sobre o concurso de beleza, principalmente a partir de 1988, quando o Miss Universo começou a perder força de telespectadores, quando ainda estava na CBS. Na única vez em que o Miss Universo teve confronto direto com o SNF, o certame registrou 5,62 milhões de telespectadores, média domiciliar de 3,5 e share de 6 pontos, de acordo com os dados da Nielsen Media Research. A partida jogada na noite do Miss Universo 2015, entre Arizona Cardinals e Philadelphia Eagles, teve média domiciliar de 11,7, share de 19 e 15,9 milhões de telespectadores, número próximo ao registrado no Miss Universo 1993 (14,87 milhões de telespectadores), mas com uma disparidade enorme em relação à média e share domiciliar – 9,9 e 18. A NBC tem o Sunday Night Football desde 2006. Para a temporada 2017, a programação de jogos é esta (horários de Brasília)

7/9 (5ª feira)
21h25-New England Patriots x Kansas City Chiefs – abertura da temporada

10/9 (domingo)
21h25-Dallas Cowboys x New York Giants

17/9 (domingo)
21h25-Atlanta Falcons x Green Bay Packers

24/9 (domingo)
21h25-Washington Redskins x Oakland Raiders

1º/10 (domingo)
21h25-Seattle Seahawks x Indianapolis Colts

8/10 (domingo)
21h15-Houston Texans x Kansas City Chiefs(*)

15/10 (domingo)
22h25-Denver Broncos x New York Giants(*)

22/10 (domingo)
22h25-New England Patriots x Atlanta Falcons(*)

29/10 (domingo)
22h25-Detroit Lions x Pittsburgh Steelers(*)

5/11 (domingo)
23h25-Miami Dolphins x Oakland Raiders(*)

12/11 (domingo)
23h25-Denver Broncos x New England Patriots(*)

19/11 (domingo)
23h25-Dallas Cowboys x Philadelphia Eagles(*)

23/11 (5ª feira)
23h25-Washington Redskins x New York Giants(**)

26/11 (domingo)
23h25-Pittsburgh Steelers x Green Bay Packers(*)

3/12 (domingo)
23h25-Seattle Seahawks x Philadelphia Eagles(*)

10/12 (domingo)
23h25-Pittsburgh Steelers x Baltimore Ravens(*)

17/12 (domingo)
23h25-Oakland Raiders x Dallas Cowboys(*)

23/12 (sábado)
23h25-Green Bay Pacjers x Minnesota Vikings

31/12 (domingo)
23h25-A definir

(*)Jogos de grade flexível
(**)Jogo de Ação de Graças

No Brasil, os jogos do Sunday Night Football são transmitidos pela ESPN, em sistema fechado de TV por assinatura e streaming e pelo Esporte Interativo, em sistema aberto.
A 66ª edição do Miss Universo está prevista para ser realizada na Perth Arena, em Perth, capital do Estado australiano da Austrália Ocidental. Lá, o concurso deve começar às 8h locais da manhã da segunda-feira, 18 de dezembro.

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MPF vai investigar contratos da Band com a Miss Universe Organization firmados com Trump para o Miss Universo 2011


Há indícios de subfaturamento

Da redação TV em Análise

Yasuyoshi Chiba/AFP/Getty Images/04.09.2011


Primeiro grande evento do ciclo que se concluiu com as Olimpíadas do Rio no ano passado, o concurso Miss Universo 2011 é alvo de investigação de uma força-tarefa de procuradores do Ministério Público Federal de São Paulo. Eles querem saber quais valores foram efetivamente pagos pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação à Miss Universe Organization, à época uma joint venture formada pelo grupo de mídia NBCUniversal e pelo presidente americano Donald Trump, 70. Trump, que goza da imunidade, não será investigado, mas a Band e seus diretores sim.
De acordo com a denúncia, apresentada em primeira mão ao TV em Análise Críticas, a Band pagou à MUO R$ 238 milhões (US$ 75,6 milhões) pelos direitos de organização, transmissão, divulgação, comercialização e promoção da 60ª edição do concurso de Miss Universo, realizada no dia 12 de setembro de 2011, no Citibank Hall. Há indícios de que a Band subfaturou o valor inicialmente contratado em 13 de dezembro de 2010 para impedir que o Miss Universo 2011 tivesse uma maior audiência e alcance midiático.
O grupo de promotores se baseia na experiência bem-sucedida de organização do Miss Universo 2016, em janeiro último, nas Filipinas. Lá, a LCS Group of Companies pagou US$ 11 milhões (R$ 34,5 milhões) pelos mesmos direitos, repassados às três principais redes de televisão do país – ABS-CBN, GMA Network e TV5. Há suspeitas de que executivos da Enter, empresa de eventos que a Band criou apenas para o concurso, se apropriaram de valores destinados a obras de infraestrutura, comunicações e aluguel de equipamentos de telecomunicações e meios de transporte usados no deslocamento das 89 candidatas, equipes de produção e filmagem, artistas e convidados da organização e na assistência aos jornalistas nacionais e internacionais que cobriram o certame.
Entre os diretores da Enter apontados como beneficiários do desvio de verbas de mídia do Miss Universo 2011 está Caio Luiz de Carvalho, ex-ministro do Turismo do (des)governo Fernando Henrique Cardoso, filiado ao PSDB e presidente da companhia. Outros quatro executivos e ex-executivos da Band estão arrolados no processo: João Carlos Saad, Evandro Hazzy, Gabriela Fagliari e Frederico Nogueira. O caso ainda está em fase inicial e corre em segredo de justiça. Todos negam envolvimento nas acusações.
De acordo com a denúncia do MPF, a Band subfaturou o preço dos contratos para o Miss Universo 2011 em 85,71%, reduzindo-os para US$ 34 milhões (R$ 106,1 milhões, em valores atualizados). Na contramão, a emissora conseguiu arrecadar R$ 51 milhões (US$ 16,34 milhões) com a comercialização das quatro cotas de patrocínio, uma delas para o Banco do Brasil. Nesse caso, as perdas foram de 51,93% sobre o valor inicialmente contratado, transformando o concurso num dos maiores fracassos comerciais da história do país na área de eventos, atrás apenas da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
Donald Trump, que vendeu a Miss Universe Organization ao grupo de entretenimento WME/IMG no dia 14 de setembro de 2015, assegurou através de sua assessoria na Casa Branca que “os contratos de organização do Miss Universo 2011 no Brasil foram legais” e “obedeceram a todos os trâmites consulares e de tratados comerciais vigentes entre os Estados Unidos e o Brasil”. Depois que as investigações do MPF sobre os custos de organização do Miss Universo 2011 começaram, a Band vendeu a propriedade do Miss Brasil para a empresa de varejo Polishop. Esse acordo, no entanto, será investigado por outro grupo de procuradores federais, que tenta estabelecer um elo entre o acordo Band/Polishop e os contratos assinados pela Band com a MUO já na gestão da IMG.

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A 238 dias do concurso, Nepal, Tailândia e Iraque também estão credenciados a participar do Miss Universo 2017


Número de países confirmados sobe para 57, ou 66,27% do contingente usado no Miss Universo 2016

Da redação TV em Análise

Fotos Getty Images e Reprodução/Missosology


Mais três países – Iraque, Nepal e Tailândia – tiveram suas presenças confirmadas na 66ª edição do concurso de Miss Universo, prevista para o dia 17 de dezembro, na Perth Arena, em Perth (Austrália). Esses países se somam a Israel, Curaçao, Guatemala, Namíbia, Austrália, Canadá, República Dominicana, Jamaica, Panamá, Bahamas, Islândia, Eslovênia, Cingapura, Turquia, Quirgistão, Angola, Bélgica, Camboja, Colômbia, França, Indonésia, Ilhas Cayman, Cazaquistão, Coreia (do Sul), Malásia, México, Montenegro, Mianmar, Nicarágua, Sérvia, África do Sul, Venezuela, Rússia, Equador, Croácia, Filipinas, Porto Rico, Estados Unidos, Eslováquia, Haiti, Suécia, Albânia, República Tcheca, El Salvador, Áustria, Japão, Grã Bretanha, Noruega, Brasil, Vietnã, Serra Leoa, Finlândia. Camarões e Irlanda, que já tinham confirmado presença com a eleição de candidatas ou a marcação de concursos nacionais até o início da tarde deste domingo (23), totalizando a presença de 57 coordenações nacionais.
Do grupo que acabou de entrar, apenas o Nepal é estreante no Miss Universo. O Iraque deve retornar ao concurso depois de uma ausência de 45 anos – a última vez que uma iraquiana competiu no Miss Universo foi em 1972, em Dorado (Porto Rico), quando Wijdan Burham El-Deen Sulyman não se classificou entre as 12 semifinalistas. Foi a única vez que o país participou do concurso até agora. Já a Tailândia, detentora de dois títulos de Miss Universo (1965 e 1988), irá para sua 54ª participação na história do certame.

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EXCLUSIVO: Sai a terceira avaliação parcial do Críticas para o concurso Miss Brasil 2017


Bahia e Roraima começam primeiro ambiente de definição

Da redação TV em Análise

Fotos Miss Bahia/Divulgação e Top Miss


As eleições das candidatas da Bahia, Caroline Oliveira, e de Roraima, Nathália Lago, entre a quinta-feira (20) e o sábado (22), serviram para balizar o primeiro ambiente de definição de um quadro de três favoritas ao título, após a realização de quatro concursos estaduais. Na segunda colocação, Caroline, eleita Miss Bahia pela cidade de Camaçari (região metropolitana de Salvador), tem mais vantagem sobre a candidata de Roraima, eleita pela cidade de Caracaraí. Com esse cenário, confirma-se a tendência de queda da goiana Jeovanca Nascimento, que corre agora o risco de perder mais posições à medida que outras candidatas estaduais forem sendo eleitas. O próximo concurso, a ser realizado na quarta-feira (26), em Vitória, definirá o primeiro grupo de cinco favoritas ao título, mas não dirá nada. Os concursos do Maranhão e Mato Grosso do Sul, a serem realizados no sábado, 6 de maio, em São Luís e Costa Rica, serão decisivos para delinear o primeiro top 5 da série de avaliações parciais que o TV em Análise Críticas realiza com vistas ao Miss Brasil 2017. Abaixo, em ordem decrescente, as notas das candidatas já eleitas para a etapa brasileira do Miss Universo 2017

NOTAS DAS CANDIDATAS EM ORDEM DECRESCENTE
Foram consideradas as notas dos quesitos de traje de banho e traje de gala, além das aparições em noticiários
Candidata Traje de Banho Traje de Gala Aparições de Mídia Média Geral
Karen Porfiro (SP) 9,981 10 9,978 9,986
Caroline Oliveira (BA) 9,987 9,978 9,972 9,979
Nathália Lago (RR) 10 10 9,876 9,958
Jeovanca Nascimento (GO) 9,893 9,858 9,839 9,863
NOTAS DAS CANDIDATAS EM ORDEM ALFABÉTICA
Foram consideradas as notas dos quesitos de traje de banho e traje de gala, além das aparições em noticiários
Candidata Traje de Banho Traje de Gala Aparições de Mídia Média Geral
Caroline Oliveira (BA) 9,987 9,978 9,972 9,979
Jeovanca Nascimento (GO) 9,893 9,858 9,839 9,863
Nathália Lago (RR) 10 10 9,876 9,958
Karen Porfiro (SP) 9,981 10 9,978 9,986

As notas de avaliação foram ponderadas a partir da verificação de noticiário, redes sociais e iconografia fotográfica das candidatas realizadas após os concursos estaduais apurados pela redação do Críticas entre os dias 20 e 23 de abril de 2017. Vale ressaltar que esta sondagem não reflete, necessariamente, a classificação oficial para as semifinais do Miss Brasil 2017, bem como para suas etapas classificatórias posteriores (trajes de banho, trajes de gala e entrevistas finais).

Avaliações anteriores
*1ª avaliação parcial: 26 de março de 2017
*2ª avaliação parcial: 19 de abril de 2017

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Assunto da semana: Peças a se procurar para um argumento


Um quebra cabeças a se construir com Chicago Justice

Parrish Lewis/NBC/Divulgação


O título do episódio é enfático: veja algo (See Something). Por mais que eu não tenha saco para tratar da maquinaria de Chicago Justice (Universal, 2ª, 22h, 14 anos) tudo o que se viu de Fire, PD e Med pode-se resumir na coalhada de mentes de Dick Wolf, Derek Haas e Michael Brandt. As mesmas que colocaram suas digitais na primeira lâmina de roteiro do piloto de Chicago Fire. É Chicago demais para dar conta de tanta história. Falta mais o quê? Chicago Water? Chicago Power? Pegar na cabeça do prefeito e vereadores?
É irritante ter de lidar com a calha de enredos da franquia Chicago, parte do cajado de Law & Order ou do que ainda lhe resta. Quatro séries já é o suficiente. Livra o telespectador de encher a paciência com um manancial de histórias de Chicago na ótica da franquia. Não considero Chicago Justice a joia da coroa de todo o projeto. Agora, convenhamos: e se Chicago (e não o Rio) tivesse levado a sede das Olimpíadas do ano passado? Teríamos tido uma herança bendita dessas séries no marketing? Talvez.
Com tanta arena de uso incerto na Barra da Tijuca, seria uma idiotice dizer que as séries da franquia Chicago são uma pedra furada em termos de excelência artística. Vamos saber separar as coisas para cada julgamento ser feito ao modo apropriado. O fardo bendito de Justice é ter alguma coisa de Law & Order: SVU, a despeito desta não se passar no Judiciário de Nova York. Com Chicago Justice, não, A trama mostra procuradores na coleta de provas e indícios, isso em pleno tempo de Lista do Facchin e Suas Delações Fantásticas.
Para a corrida ao 69º Primetime Emmy, a lotação para Chicago Justice está esgotada. Há espaço para submissões de atuação, produção, roteiro e direção, fora áreas técnicas. Veremos isso quando a votação começar. Para indicar alguém, acho difícil. A briga de alto nível nessas áreas não dá espaço algum a essa cria. Há uma coalhada de outras séries dramáticas aguardando definição de como vai se situar. É melhor ter prudência com as coisas. Ainda vai ser preciso muito pavimento para Chicago Justice mostrar serviço. Até sábado.

Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (22/4)

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EXCLUSIVO: Sai a segunda avaliação parcial do Críticas para o concurso Miss Brasil 2017


Não transmissão do Miss Goiás pode prejudicar Jeovanca Nascimento

Da redação TV em Análise

Miss Goiás Universo/Divulgação


As notas apuradas a partir da eleição da candidata de Pirenópolis, Jeovanca Nascimento, 26, como Miss Goiás 2017 na noite da terça-feira (18), em uma casa de recepções de Goiânia poderiam ter sido maiores se o concurso tivesse tido transmissão local de TV, como teve no ano passado. A recusa da Polishop em liberar a transmissão do evento e as restrições à cobertura de imprensa podem ter sido cruciais para que Jeovanca tivesse uma nota incapaz de mantê-la entre as favoritas de mais algumas rodadas adiante. Comprometeu ao máximo sua exposição de mídia.
Porém, esta é apenas a segunda candidata estadual eleita para o ciclo do Miss Brasil 2017. Ainda nesta semana, Bahia (quinta-feira, 20) e Roraima (sábado, 22) definem suas representantes. A definição de qualquer cenário de favoritas deverá ficar apenas para a partir de 6 de maio, quando Maranhão e Mato Grosso do Sul elegem suas candidatas. Abaixo, as notas em ordem decrescente

NOTAS DAS CANDIDATAS EM ORDEM DECRESCENTE
Foram consideradas as notas dos quesitos de traje de banho e traje de gala, além das aparições em noticiários
Candidata Traje de Banho Traje de Gala Aparições de Mídia Média Geral
Karen Porfiro (SP) 9,981 10 9,978 9,986
Jeovanca Nascimento (GO) 9,893 9,858 9,839 9,863
NOTAS DAS CANDIDATAS EM ORDEM ALFABÉTICA
Foram consideradas as notas dos quesitos de traje de banho e traje de gala, além das aparições em noticiários
Candidata Traje de Banho Traje de Gala Aparições de Mídia Média Geral
Jeovanca Nascimento (GO) 9,893 9,858 9,839 9,863
Karen Porfiro (SP) 9,981 10 9,978 9,986

As notas de avaliação foram ponderadas a partir da verificação de noticiário, redes sociais e iconografia fotográfica das candidatas realizadas após os concursos estaduais apurados pela redação do Críticas no dia 19 de abril de 2017. Vale ressaltar que esta sondagem não reflete, necessariamente, a classificação oficial para as semifinais do Miss Brasil 2017, bem como para suas etapas classificatórias posteriores (trajes de banho, trajes de gala e entrevistas finais).

Avaliações anteriores
*1ª avaliação parcial: 26 de março de 2017

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Depois de 62 anos, Polishop ‘mata’ concurso de Miss Bahia. Candidata do Estado ao Miss Brasil 2017 será indicada


Certame deu ao Estado três misses Brasil e um título de Miss Universo

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Acervo Última Hora/Folhapress/1954


Um mar de informações desencontradas pode comprometer a realização do concurso Miss Bahia 2017, previsto inicialmente para a quinta-feira, 20 de abril. Até o fechamento desta matéria, os responsáveis pela concessão do Miss Brasil no Estado não tinham se pronunciado sobre como, quando e onde ocorrerá a eleição, se é isso que vai acontecer, da sucessora de Victoria Esteves, semifinalista no Miss Brasil 2016. A se confirmar a hipótese de indicação, a Polishop, patrocinadora master do Miss Brasil desde 2015, estará “matando” a etapa estadual mais importante da etapa brasileira do Miss Universo na região Nordeste.
Foi a Bahia de Caetano, Caetano do PT, Gal, Gil, Bethânia, Dona Canô, Bôbô, Dôdô e Osmar, Neto LX, Pablo do Arrocha, Simone, Simone e Silmária e outros animais fantásticos e horrendos da música contemporânea disponíveis nas 365 igrejas de Salvador que deu ao Brasil e ao mundo nomes como os de Martha Rocha, derrotada no Miss Universo 1954 pelas tais de duas polegadas excedentes e Martha Vasconcellos, que levou a coroa de Miss Universo no dia 13 de julho de 1968. Para os brasileiros, essa data marcou o início da seca vigente de títulos no concurso do qual o Brasil passou a tomar parte em 1954, dois anos após sua criação, em Long Beach. Foi a Bahia das Martas que conseguiu 35 classificações no Miss Brasil em 61 participações, o que equivale a um aproveitamento de 57,37%.
Em clima de velório, missólogos tentam se entender o porquê da Polishop praticar essa ocultação criminosa contra a tradição do Miss Bahia. Medo de perder anunciantes? Medo de a Be Emotion encalhar suas vendas nas tendas da Polishop existentes nos shoppings soteropolitanos? De acordo com a coordenadora local, Gabriella Rocha, houve uma “intensa campanha” nos veículos do Grupo Bandeirantes de Comunicação na capital baiana – TV Band e BandNews FM. Mas não é isso que a classe missológica ora ficada no Miss Goiás nota. O mesmo silêncio aterrador no quântico de candidatas se verifica em Roraima. Porém, no Estado nortista, a diferença e mais a favor. Lá, toneladas de avisos foram publicados nas redes sociais do Miss Roraima, inclusive a oficial, de Paulo Silas Valente, empossado pela Polishop após uma década de mandarinato da família Rodrigues.
Para um Estado que deu à primeira Miss Brasil marchinha de Carnaval, é inadmissível que se coloque o Miss Bahia na linha de eutanásia imposta pelo Deus Mercado João Appolinário, Deus Supremo de Todos os Deuses o Qual Deverá ser Honrado e Venerado pelos Franqueados Estaduais do Miss Brasil. Na Bahia das Martas e de Maria Olívia Rebouças, quinta colocada em Miami Beach no Miss Universo 1962, o “assassinato” do Miss Bahia soa como o triste epílogo de uma sanha mercadológica paulista ávida por assassinar as diversidades regionais que o país tanto tem, E que tanto tem zelado nos 27 concursos estaduais do Miss Brasil desde sempre.
O assassinato do Miss Bahia 2017 enquanto concurso apenas corrobora a corrente de silêncio imposta pela Polishop às candidatas que se inscreveram e, principalmente, às misses municipais já eleitas. Lamentavelmente, estamos assistindo ao velório de uma instituição que faz parte das história e atravessou gerações. Para ilustrar, a sobrinha de Martha Rocha, Bianca, foi semifinalista no Miss Brasil 1989, o último concurso televisionado antes do silêncio imposto na mão grande pelo consórcio Globo-Odebrecht. A sucessora de Victoria Esteves já está decidida: será Juliana Alves, não a atriz da Globo, representante de Juazeiro de João Gilberto da Bossa Nova e Ivete Sangalo da Banda Eva do Movimento Cansei do futuro prefeito de São Paulo João Dória e Seus Negócios Milionários.

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