Band decide dia 27 em almoço se vai transmitir Miss Brasil, Miss Universo e concursos estaduais da temporada de 2018


Data anunciada pela Polishop não é a ideal para a emissora, que tenta negociar com a Globo a Copa da Rússia

Da redação TV em Análise
(Atualizado em 21/2/2018, às 12h28)

Maristela Colucci/Organização Miss Brasil Universo/Divulgação/20.08.2017


Às voltas para tentar transmitor a Copa do Mundo FIFA, a ser realizada na Rússia entre os dias 14 de julnho e c15 de julho, a Rede Bandeirantes não dá como certa a transmissão do concurso Miss Brasil 2018, no dia 19 de maio. Fontes da emissora argumentam que a data proposta pela Polishop, parceira na Organização Miss Brasil Universo, não é justa para as suas necessidades industriais. Em novembro, uma reunião de coordenadores estaduais realizada na sede da Polishop, em São Paulo, já tinha decidido a realização do Miss Brasil 2018 para o dia 19 de maio, menos de um mês para o início do Mundial da FIFA.
O principal ponto de discordância da Band com a Polishop para o Miss Brasil 2018, além da data, é a cidade-sede e o local de realização. Ambos tem de atender a requisitos mínimos de produção. A Band não quer que se verifiquem erros na preparação do local do certame, tampouco detalhes que denotem desorganização, o que a Band parece notar da parte da empresa de João Appolinário. A pressa na marcação dos concursos estaduais já comprometeu todo o cronograma de gravações com as misses já eleitas ou a serem eleitas até 28 de abril. A temporada de concursos estaduais será retomada na quarta-feira (21), em Aracaju, com a eleição da representante de Sergipe.
Outro entrave nas negociações Band-Polishop para o ciclo do Miss Brasil 2018 é a justificativa de antecipação do concurso em função da Copa e das eleições gerais dos dias 7 e 28 de outubro. A Band argumenta que, caso o concurso ocorresse em julho ou agosto (o que não irá acontecer), gaveria mais tempo de colocar uma candidata competitiva para o Miss Universo 2018, previsto para o dia 16 de dezembro, em Bogotá.. A Polishop não pensa assim. Quer uma Miss Brasil que sirva de garota propaganda de seus produutos e não para ganhar o título de Miss Universo, que não vem para o país há cinco décadas.
Dentro da Band, a prioridade máxima e tentar tratar o caso da Copa para, no almoço de lançamento da grade de 2018, na terça-feira (27), na Casa Bisutti, na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), aparar as arestas que ainda faltam para as transmissões dos concursos estaduais, do Miss Brasil e do Miss Universo para 2018. De acordo com fontes de mercado, são muito fortes as chances da Band perder os eventos para uma emissora de maior audiência, entre Globo, Record ou SBT. O caso brasileiiro está sendo acompanhado de perto pela Miss Universe Organization, que já estuda nomear o venezuelano Osmel Sousa, 71, para a função que está vaga desde a saída de Evandro Hazzy, em 2015. Procuradas pela reportagem do TV em Análise Críticas, Band e Polishop não quiseram se manifestar sobre as negociações para o Miss Brasil 2018.
A Band tem o Miss Brasil na grade desde 2003, assim como o Miss Universo e os concursos estaduais. O primeiro a ter transmissão local foi o Miss Rio Grande do Sul 2004. Em 2005, a emissora passou a transmitir os concursos do Pará e do Rio de Janeiro. Em 2006, passou a ter o Miss São Paulo, mas perdeu o concurso do Rio para a CNT. Afiliadas da Rede TV!, do SBT e da TV Brasil dividiram a transmissão da maioria dos concursos até 2011, quando acabou o contrato com a Gaeta Promoções e Eventos. Desde 2012, a Band tem assumido sozinha a produção e transmissão dos 27 concursos estaduais da etapa brasileira do Miss Universo. Destes, só os concursos do Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catrina e São Paulo são transmitidos pelas afiliadas na TV ou nas mídias sociais.

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Por concurso da Colômbia, realização do Miss Universo 2018 deverá ser mudada de 25 de novembro para 16 de dezembro


MUO já está atenta a caso de data

Da redação TV em Análise

Yomaira Grandet/El Tiempo/21.03.2017


A marcação já decidida do concurso Señorita Colombia para o dia 12 de novembro, em Cartagena, acendeu um alerta na Miss Universe Organization e na rede de televisão FOX para a marcação da data da 67ª Edição do concurso de Miss Universo. Antes previsto para 26 de sertembro e depois transferido para o dia 25 de novembro, o evento passa a ter uma nova data: 16 de dezembro. A medida foi tomada para atender a encaixe de calendário com a coordenação colombiana do Miss Universo.
De acordo com a MUO, a adequação do calendário do Miss Universo 2018 atende também a um desejo de coordenações nacionais que tem acordos com outros concursos, como o Miss Terra, Miss Beleza Internacional e Miss Mundo, cujas datas estão em aberto. A realização do concurso em Bogotá estaria sendo negociada, mas a MUO já negou essa versão.
No ano passado, as coordenações da Bélgica e Rússia tiveram de trocar suas candidatas no Miss Universo e relocá-las para o Miss Mundo. Em sentido inverso, África do Sul, França e Ilhas Virgens Britânicas trocaram suas candidatas no Miss Mundo 2017 devido ao choque de programação com a do Miss Universo, que estava em curso em Las Vegas. A final do Miss Mundo 2017 ocorreu em Sanya (China comunista), na noite de 18 de novembro (manhã pelo horário brasileiro de verão).
Até o momento, 42 países e territórios confirmaram presença no Miss Universo 2018, incluindo os Estados Unidos. O Brasil elegerá sua candidata no dia 19 de maio.

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O ensaio da Miss Brasil 1987 Jacqueline Meirelles nas páginas internas da edição brasileira da Playboy de outubro de 1988


O que faltava ver depois do reinado e do fracasso no Miss Universo 1987, em Cingapura


Fotos Paulo Vainer/Playboy/Reprodução

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Após maus resultados no Miss Universo acumulados desde 2014, Porto Rico troca coordenadora local do Miss Universo


Vencedora do concurso de 2001, Denise Quiñones vai substituir Desiree Lowry por indicação da IMG

Da redação TV em Análise

WAPA TV/Divulgação


Depois de quatro anos de desclassificações no Miss Universo, Desirre Lowry, 45, semifinalista do Miss Universo 1995, não é mais diretora do concurso Miss Universo Porto Rico ao lado de seu sócio, Luisito Vigoreaux. A Miss Universe Organization e a emissora de TV WAPA decidiram na tarde desta quinta-feira (16) indicar Denise Quiñones, 37, para a função antes ocupada por Lowry.
Quiñones, vencedora do Miss Universo 2001, realizado em Bayamón (19 km ao sul de San Juán), nasceu em 9 de setembro de 1980 em Ponce. Na infância, participou de aulas de dança clássica, antes de ingressar no mundo da moda e dos concursos de beleza, já na fase adulta. Após a queda de Lowry, a WAPA assumiu os direitos de forma direta do Miss Universo Porto Rico em modelo semelhante ao que a brasileira Rede Bandeirantes cadotou de 2012 a 2015. O processo de seleção das finalistas deverá ser concluído em abril e o concurso nacional está previsto para setembro.
Responsável pelo Miss Universo Porto Rico até 2008, a produtora Magali Febles desejou sorte a Denise Quiñones na função que já ocupou no concurso que a projetou.
Em 63 participações no Miss Universo, iniciadas em 1952, Porto Rico teve 20 classificações entre as semifinalistas ou finalistas (aproveitamento de 31,74%), incluindo os cinco títulos conquistados, entre eles o da nova coordenadora do Miss Universo Porto Rico. A ilha, Estad-livre associado aos Estados Unidos, não vence o Miss Universo desde 23 de julho de 2006, quando Zuleyka Rivera derrotou outras 85 candidatas no Shrine Auditorium, em Los Angeles. A última classificação do territ[orio no concurso ocorreu em 2013, quando Monic Pérez ficou entre as 16 semifinalistas na fase de traje de banho, em Moscou.
Na entrevista coletiva que anunciou sua posse como diretora do Miss Universo Porto Rico, Denise Quiñones disses estar “muito feliz, emocionada e grata” por assumir a função, por indicação da Endeavor e da IMG Universe, presidida por Paula Shugart desde 2001. Coincidentemente, o mesmo ano que Quiñones venceu em casa o Miss Universo.

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Sergipe abre na segunda-feira as homenagens aos 50 anos da eleição de Martha Vasconcellos como Miss Universo 1968


Uma pedra preciosa terá o nome da baiana e será usada na coroa da etapa local do Miss Brasil 2018

Da redação TV em Análise

Associated Press/UPI/13.07.1968


Será lançada nesta segunda-feira (19), em Aracaju, a pedra preciosa Martha Vasconcellos, que será usada na coroa do concurso Miss Sergipe 2018, a ser realizado dois dias depois. A marca Lulu Souto for Colletions é a responsável pela produção da peça única. destinada a homenagear os 50 anos de coroação da baiana Martha Vasconcellos como Miss Universo 1968, a serem completados no dia 13 de julho.
Após passar a coroa à filipina Gloria Diaz, em 19 de julho de 1969, Martha Vasconcellos se fixou em Boston, onde se formou em Psicologia. Anos após, regressou a Salvador, cidade onde nasceu e exercer a profissão. Na capital do estado americano de Massachusetts, Martha atuou em programas sociais.
De acordo com o colunista Valdemir Santana, do jornal Tribuna da Bahia, várias cidades no Brasil preparam homenagens aos 50 anos do título de Martha, o último conquistado por uma brasileira no Miss Universo. Ações semelhantes também estão sendo programadas fora do país. Em Aracaju, Martha Vasconcellos terá a companhia de seu biógrafo, o jornalista especializado em misses Roberto Macedo, editor do site Miss News.

Bertelmann/Getty Images/13.07.1968

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Polishop e Band fazem novela com definição da cidade-sede do Miss Brasil 2018, que já está marcado para dia 19 de maio


Não dá para brincar com a inteligência das pessoas

João Eduardo Lima
Editor e criador dos bloogs TV em Análise

Repridução/Facebook/João Appolinário


Estamos a exatos 93 dias da realização da 64ª edição do concurso Miss Brasil e até agora nada de concreto foi decidido sobre a cidade que receberá a eleição da sucessora da piauiense Monalysa Alcântara, 19. Com ano de Copa e eleições, poderia ilustrar esta matéria com uma foto do João Appolinário abraçando dona Rosa Weber, que tocará o Tribunal Superior Eleitoral antes da eleição geral de outubro. Mas não. Temos que nos contentar com o abraço de urso dado no ministro Luís Fux na sua posse interina na Corte Eleitoral brasileira até agosto, quando acaba seu mandato e a sucessora de Mona já estará se preparando para o Miss Universo.
É uma palhaçada inaceitável o que a Polishop e ca Rede Bandeirantes tem feito do caso Miss Brasil 2018. Triste ainda mais nem se tratando da emissora que faz das tripas coração para transmitir a Copa da Rússia, num acordo vão com a Rede Globo, que ora vai ora vem abre seus microfones para “Fora Temer” até no Big Brother Brasil. Seria o caso de gritarmos fora “Appolinário” vw “Fora Polishop”, dada a incompetência da empresa de comércio eletrônico para promover eventos de entretenimento?
O calendário dos concursos estaduais já está solto nas mídias sociais e a própria dona do Miss Brasil sabe disso. Tanto é que o liberou para a imprensa. Só o TV em Análise Críticas fez matéria sobre o assunto. Jornalões e portais da velha mídia se calaram sobre o assunto. Estão ainda fixados na novela Rússia 2018 na Band, de desfecho cada vez mais desfavorável à emissora do Miss Brasil e do Miss Universo na tevê aberta beasileira. Trise ainda mais num país onde Martha Rocha virou receita de bolo.
Como diria o CeeLo Green da formação inicial de técnicos do The Volice americano (não de Campos dos Garotinhos dos Goytacazes), Fux you, Appolinário. Desde Marlene Brito nas épocas de SBT e solo, nunca se viu um coordenador do Miss Brasil com tamanho trânsito junto a autoridades dos mais altos escalões do poder. O falecido Adolpho Bloch (1908-1995), da Manchete, perde.
O que preocupa é a falta de desenvoltura da equipe de Appolinário, presente nos eventos da Polishop, no trato com as decisões relativas às cidades-sede do Miss Brasil, A negociação para a realização do Miss Brasil 2017 em Ilhabela foi tranquiola, sem maiores sobressaltos. Nasceu em um,a convenção da Polishop no Riocentro da chacina fracassada da MPB de 1981 (que a própria Band mostrou, no Show do Dia do Trabalhador de 30 de abril) e ganhou seu berço no Centro Cultural Vermelhos, com arquibancadas temporárias, dignas de Olimpíada e Paralimpíada. O legado do Rio 2016 se fez notar na organização do Miss Brasil 2017, sem a quadrilha de Cabral, Cunha e Nuzman. Preocupa a nós, missólogos e não missólogos, saber onde anda a Baby Jane da sede do Miss Brasil 2018. Sem Jessica Lange nem Susan Sarandon.

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Assunto da semana: Os nomes para o Oscar do horário nobre


Procura se um apresentador para o 70º Primetime Emmy

Lester Cohen/WireImage/25.08.2014


Passado o carnaval da Tuiuti, é compreensível que as mentes da Academia de Televisão ainda estejam atentas às Olimpíadas de Inverno da Coreia do Sul. Embora a 69ª edição do Primetime Emmy já esteja agendada para o dia 17 de setembro, no Microsoft Theatre de Los Angeles, a briga dentro da NBC, emissora que fará a geração do evento, é para ver quem aceite apresentar o “Oscar do horário nobre americano”. Nomes começaram a circular às fartas. Vai de Jane Lynch aos intocáveis do The Voice, Blake Shelton Ness e Adam Levine Ness.
E por quê coloco o sobrenome de Elliot Ness em Blake e Adam? Desde a criação, em 2011, estes foram os únicos técnicos do Voice não mexidos no palheiro, ambiente totalmente antônomo ao do American Idol, que irá para a sua quinta troca de cadeiras em 16 temporadas. São imexíveis como certo ministro do governo Collor se julgava, antes de a revista Veja e a Rede Globo o derrubarem. Mas não tem a cancha de aprtesentarem eventos a la Alec Baldwin e Steve Martin nos Oscares de 2010 após os Jogos de Vancouver que Record e Sportv (braço da Globo) mostraram.
Noutra ponta, aparece Kristen Bell e seu discurso de convenção de diretores da Chevron cheio de clichês e obviedades burocráticas denotado no SAG Awards recente. É muito fria e circunspecta. Não dá graça nenhuma ao telespectador final. Da turma dos talk shows, Jimmy Fallon e Seth Meyers parecerão escolhas óbvias. Destes, Fallon já apresentou os Primetime Emmys de 2010 e 2014. Na listagem dp site Gold Derby, Fallon tem uma concorrente à altura, Ellen DeGeneres, que apresentou o 57º Primetime Emmy, realizado em 2005. O primeiro que vi.
Mas há a tentativa da Academia de Televisão de apostar em novos rostos para a festa de 70 anos do Primetime Emmy. Kate McKinnon, Leslie Jones e Cecily Strong se enquadram nesse ponto de renovação e tentativa da ATAS de trazer de volta os telespectadores perdidos ao longo dos últimos cinco anos. A concorrência com o Sunday Night Football, da própria NBC, quando o Emmy se alterna entre CBS, FOX e ABC ja era um ítem preocupante. Agora, tendo o Monday Night Football da ESPN, a pedreira da NFL é inevitável sob qualquer hipótese. Até sábado.


Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (17/2)

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