Digitais de Nayla Micherif e de esposo estariam operando para salvarem, no atacado, a 66ª edição do concurso de Miss Brasil


Ação de Rono Neves junto a emissoras e empresas já teria começado

Da redação TV em Análise

Paulo Navarro/O Tempo/25.09.2019
Nayla e Rono em casamento realizado na cidade de Inhaúma


A operação para assegurar a realização da 66ª edição do concurso de Miss Brasil, válida pela disputa do título de Miss Universo, começou a ser traçada na surdina pelos empresários mineiros Nayla Micherif e Rono Neves. Os dois já estariam em entendimentos avançados com a Miss Universe Organization para ficar com a franquia do Miss Universo no Brasil. Em função do coronavírus, as negociações seguem paradas.
Nayla, eleita Miss Brasil em 1997, quer um posto acima do que ocupava na Gaeta, detentora dos direitos de representação do Miss Universo no Brasil entre 1999 e 2011. Nesse período, a concessão foi de Boanerges Gaeta Jr.. Nessa época, Nayla era adjunta de Gaeta na coordenação brasileira do Miss Universo. Entrou na Gaeta em setembro de 2001 e lá ficou por dez anos, até o Grupo Bandeirantes de Comunicação assumir a concessão.
Coordenações estaduais asseguraram ao TV em Análise Críticas estarem otimistas quanto ao retorno de Nayla Micherif ao Miss Brasil, desta vez como coordenadora geral. Negociações com redes de televisão já estavam sendo conduzidas por Rono Neves desde setembro do ano passado, depois que a Band encerrou contrato com a Endeavor, empresa dona da Miss Universe Organization, que organiza o Miss Universo. A oficialização da ruptura, no entanto, só ocorreu em março, depois da mineira Júlia Horta, 26, ter participado da 68ª edição do concurso de Miss Universo, realizada em Atlanta.
Assim que soube do rompimento do contrato da Band com a MUO, Rono começou tratativas com emissoras de televisão – Globo, SBT e Record – para tentar passar a uma delas os direitos do restante dos concursos estaduais do Miss Brasil 2020, do concurso nacional e do Miss Universo. Também começou a ir atrás de empresas para patrocinar.
A reportagem do Críticas não conseguiu retorno de Rono Neves para tratar do assunto.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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