O que a prancheta da Miss Brasil 2005 Carina Beduschi revela, 15 anos após a sua vitória no Rio e o seu passeio por Bangcoc


Amor, design de interiores e maternidade

Da redação TV em Análise

Fotos AFP/Getty Images e Instagram/Carina Beduschi


Passar por Florianópolis e não lembrar de Carina Beduschi, 35, Miss Brasil de 2005, é uma heresia para quem tenta contemplar a estátua de Rita Maria escondida entre os arbustos da Rodoviária da capital catarinense. cinco anos após ter passado a faixa e a coroa para a gaúcha Rafaela Zanella, Carina se casou no mesmo ano (com o fotógrafo e cinegrafista Beto Moreira) em que a Miss Brasil 2006 subiu ao altar. Teve dois filhos, Helena e Antônio. Formou uma família a quem vai contar seu legado;
Entre pedras, haters e gabinetes do ódio, Carina Beduschi tem o sobrenome de outra catarinense, Isabel Cristina, blumenauense eleita Miss Brasil na primeira votação nominal da história do concurso, feita em 8 de abril de 1988. Com Schlichting como primeiro sobrenome, Carina tentou ao máximo se distanciar das pauladas que a prima distante sofreu na Semana Santa de 1988, quando a imagem de Santa Catarina foi manchada internacionalmente com a crueldade da Farra do Boi. Isso foi um detalhe menor nas preliminares tanto da 37ª quanto da 54ª edições do Miss Universo, realizada em Taipé e Bangcoc, respectivamente. Nem uma, nem outra serviam para efeito de classificação.
Ao contrário de Fabiane Niclotti (1984-2016), Carina não teve em Florianópolis a recepção de caminhão do Corpo de Bombeiros. Teve uma festa apagadíssima, de repercussão quase nula. Era o barranco que a esperava na capital tailandesa. Da festa intimista do Copacabana Palace, Carina não impressionou do meio miss. Todos os olhos àquela altura estavam na porto-riquenha Cynthia Olavarria e na canadense Natalie Glebova, de vitória surpreendente. Na IMPACT Arena, o Canadá acabava com uma seca de 23 anos sem títulos. De lá, a seca brasileira se arrastaria para 38 anos em 2006. Esse era o fardo que Carina, diante de Glebova, passou a Zanella no Metropolitan carioca.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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