Poesia erótica para se masturbar pela Stormy Daniels na cama


Ejaculo meu sêmen na vagina da América

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise e poeta concreto/abstrato(*) nas horas vagas

Bruno Levesque/IP3/Getty Images/06.07.2016


Olho nos olhos azuis de Stephanie Clifford e digo “Vem cá, minha loira americana”.
Ela me diz: “Come to me, come to my life, brazilian boy”.
Começo a tocar a sua pele macia e acariciar seus cabelos loiros.
Trocamos nossos beijos ardentes nas nossas bocas como se nossas vidas mudassem.
Stormy Daniels abre os braços da América para abraçar o meu país.
Sua boca caliente beija a minha e começamos a nos acariciar.
Meu pênis fica duro só de eu pensar em bater punheta por você.
Os seios da América encontram o meu peito.
Nossos corações batem forte quando eu olho para Stormy e Stormy olha para mim.
Suas mãos me tocam e as minhas te tocam, minha linda, minha mulher.
Nossos beijos não cessam e começo a me despir.
Tiro minha camisa e você se despe de sua saia.
Nossos braços se abraçam antes de tirar as calças.
Você se despe do sutiã e nos seios da América eu coloco a minha boca, amamentando neles desejos de formar uma linda família. Love first.
Nos despimos de nossas roupas íntimas e começou a entrar na sua vagina depilada.
Coloco meu pênis na sua vagina para começarmos a nos amar, de corpos e almas.
Me perco nas suas curvas e na sua beleza americana, platinum blonde ambition.
Nos seus lábios vaginais me perco como se eu estivesse numa montanha.
Sua boceta e meu túnel para entrar nas suas entranhas de amor e prazer.
Na estrada de seu corpo percorro os caminhos da paixão que nutrimos um pelo outro.
Toco suas nádegas fartas para iniciar a penetração.
A bunda da América rebola no meu membro para dançar nas batidas de nosso amor.
Quero conceber na sua cavalgada de prazer os desejos de um mundo melhor.
Viramos para a posição de papai e mamãe para conceber nosso filho.
Você abre suas pernas para sentir o poder do meu membro.
De quatro, começo a deitar meu corpo nu sobre o seu para iniciar a copulação.
No suor dos nossos corpos, dos nossos gemidos de prazer, nos nossos ahs e ohs.
Na sua vagina começo a friccionar meu pau para fazermos juntos um sonho.
Seus seios fartos me encantam, são o cartão de visita para o nosso amor.
Joãozinho, my man, you are so hot.
No calor do amor, ejaculo meu esperma no seu útero, dentro da vagina da América.
A qual dentro de nove meses vai parir um filho nosso, de parto natural.
Stormy, meu vento, minha brisa de oceano, te amo tanto.
Joãozinho, my brazilian boy, my man, I louve you too.
(Descansamos e dormimos juntos, após a noite de amor)
Tenho a mesma impressão de você quando eu bato uma punheta por suas revistas.
Em tempos de muros imaginários, nosso amor um pelo outro é a síntese do que sentimos.
Te amo, Stormy Daniels. Meu sangue ferve por você, minha loira americana.
Meu coração verde e amarelo bate forte por uma estrela americana de filmes adultos.
Juntos, nossas vidas começam a mudar. Viveremos como um casal.
Semearemos juntos nossos caminhos, traçaremos as nossas vidas, criaremos nossos filhos.
Faremos um amanhã melhor para nós dois e para os países que nos separam.
Viveremos numa pátria chamada amor, que partilharemos um ao outro.
Nossas vidas se encontrarão na cama, na maternidade, na vida e pelo mundo, por aí.
Seus holofotes me inspiraram a escrever estas lindas palavras de amor.
Em plena rasgação de papéis, vejo em Stormy Daniels uma razão de vida e carinho.
Na polarização ideológica dos outros, nós nos sentiremos muito bem.
Viveremos em um paraíso em meio a notícias falsas, falácias e hipocrisias afins.
O olavismo e a marquetagem não passam de meras louças para lavaremos após o jantar.
Na nossa cama, repousaremos de uma longa noite de prazer, carícias e ideias.
No seu útero, vai ficar o produto de nosso amor, na sua barriga, pelos próximos 9 meses.
A impregnação que sair daquela noite vai te dar à luz do que traçaremos adiante juntos.


(*)Não tem nada a ver com democracias em vertigem e documentário de cineasta mineira atacado até à raiz por imbecis virtuais e condutores de circos policialescos de horrores. Também não tem nada a ver com Andrade Gutierrez, Odebrecht, UTC e muito mais.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Crônicas, Divas e marcado , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s