Ex-misses formarão núcleo duro do Miss Brasil no CE, RJ e RS


‘Tropa de choque’ deverá ter Flávia Cavalcante, Carla Godinho e Deise Nunes

Da redação TV em Análise

Fotos de divulgação via Instagram


Aos poucos, a estrutura do Miss Brasil nos Estados mais importantes começa a ser formada. A partir da temporada de 2020, as coordenações do Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul deverão ter as indicações dadas por Flávia Cavalcante, Miss Brasil de 1989 e 1990, Carla Godinho, finalista do Miss Brasil 1985, e Deise Nunes, Miss Brasil 1986. A informação foi dada ao TV em Análise Críticas por uma fonte da equipe encarregada de reestruturar o concurso a pedido da Rede Bandeirantes, emissora que representa os interesses do Miss Universo no país.
Na nova composição das coordenações do Miss Brasil em Estados chave, a Band deverá dar preferência a vencedoras do Miss Brasil em anos anteriores. Não é o caso da carioca Márcia Gabrielle, Miss Brasil de 1985 pelo Mato Grosso. No Piauí, Márcia deverá servir apenas como jurada. Não se sabe se ela exercerá alguma outra função além desta.
O grande problema é fechar o núcleo central do Miss São Paulo, que geralmente é o mesmo do Miss Brasil. A Miss Universe Organization tem feito essa exigência, mas a Band tentará separar a estrutura estadual da nacional. É aí que mora o perigo. Na época da Tupi e do SBT, era a mesma coisa. Quando a Band passou a transmitir o Miss São Paulo, em 2006, tinha um coordenador ligado à Gaeta. A Band centralizou tudo a partir de 2012. Com o fim do patrocínio da Polishop, o Miss São Paulo ficou órfão de estrutura.
Outro Estado problemático para o novo Miss Brasil é Minas Gerais. Lá, a coordenação responde ao núcleo central, sediado em São Paulo. Geralmente quem dirige a emissora exibidora do Miss Minas Gerais é quem coordena o concurso estadual desde 2012. É lá que reside o grande problema para a sucessão da atual Miss Brasil, Júlia Horta, 25. O impasse de coordenação travou a inscrição de candidatas para o Miss Minas Gerais 2020. Na pior das hipóteses, a belo-horizontina Gabriela Botelho vai acabar aclamada.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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