Desempenho da Islândia é pífio no concurso de Miss Universo


Em 45 participações, foram 6 classificações que equivalem a aproveitamento de 13,33%

Da redação TV em Análise

Valerie Macon/AFP via Getty Images/08.12.2019
Islândia de Birta Abiba teve a melhor classificação de uma semifinalista


Presente no Miss Universo desde 1956, incluindo as ausências, a Islândia de Birta Abiba Þórhallsdóttir, 20, nada tem a comemorar no histórico de desempenhos por década. Nas décadas de 1970 e 1990, o país ficou sem classificar candidatas. O melhor desempenho islandês ocorreu em 1962 e 1963, quando teve duas classificações seguidas e só. Nas décadas seguintes, as classificações escassearam.
Desde 2016, a Islândia tenta voltar a ter a assiduidade que tinha no Miss Universo na década de 1960 e nos períodos de 1959 a 1972, 1974 a 1986 e 1988 a 1997, quando a representante saía do Miss Islândia, com o título de Ungfrú Ísland. A última candidata a competir nesse padrão foi Ingibjörg Egilsdóttir, classificada entre as 15 semifinalistas na etapa de traje de banho, no concurso realizado em Nassau. Agora, a representante islandesa no Miss Universo sai de um concurso próprio para o certame.

AS CLASSIFICAÇÕES ISLANDESAS NO MISS UNIVERSO POR DÉCADA
Quadro atualizado após a 68º edição do concurso, em 8/12/2019
Anos Classificações Títulos Participações Aproveitamento %
2010 1 0 4 25
2000 1 0 2 50
1990 0 0 8 0
1980 1 0 9 11,11
1970 0 0 9 0
1960 2 0 10 20
1950 1 0 3 33,33
AS CLASSIFICAÇÕES SEGUIDAS ISLANDESAS NO MISS UNIVERSO POR PERÍODO
Quadro atualizado após a 68º edição do concurso, em 8/12/2019
Período Classificações Títulos
1961-1962 2 0

Fonte: Banco de dados do TV em Análise Críticas

Nas 45 participações que teve no Miss Universo até agora, a Islândia teve seis classificações, que equivalem a um aproveitamento de 13,33%, um dos piores entre as 107 coordenações nacionais credenciadas para a 69ª edição do concurso. Destas, estão inclusos um segundo lugar, conquistado em 1962 por Anna Geirsdóttir e cinco classificações entre as semifinalistas. A de Birta Abiba, em 2019, foi a melhor delas.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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