A situação do Miss Brasil 2020 nos Estados: as coordenações tocam o bumbo enquanto a nova direção nacional não aparece


Concursos que seguem

Da redação TV em Análise

SBT/Divulgação/09.06.1984


Nos quatro cantos do país, é fácil notar nas contas de Instagram de 59,25% das coordenações do Miss Brasil válido pelo Miss Universo que a 66ª edição começa a ganhar ares de que vai ser realizada ainda este ano. Só no coração do que deveria ser a nova estrutura do Miss Brasil, ora dividida entre Porto Alegre e São Paulo, é que não se nota nada, nenhum movimento, por mais simples que sejá. Enquanto s “Equipe Águia” dorme no ponto, 16 das 27 coordenações estaduais demonstram algum tipo de trabalho. Parecem estar acordadas para algum movimento seja na Band ou para ir para a Globo.
De acordo com dados apurados pelo TV em Análise Críticas, 40,74% das coordenações estão com inscrições abertas para concursos estaduais e municipais. Em Estados como Mato Grosso, que produziu três misses Brasil, os municipais são porta de entrada automática para a disputa estadual, este ano agendada para 14 de março. O mesmo ocorre no Pernambuco de Suzy Rêgo (foto), segunda colocada no Miss Brasil 1984.

Roraima é o único Estado que fechou o quadro de candidatas para o ciclo do Miss Brasil 2020, à exceção dos que já elegeram candidatas – Goiás, Santa Catarina e Sergipe. Na contramão, 44,44% das coordenações abrirão suas inscrições só a partir de abril. A situação inclui potências como Minas Gerais (terra da miss que vai fazer sucessora, Júlia Horta), Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. No entanto, esse escopo é pequeno diante da mobilização dos 55,46% restantes de coordenações estaduais que querem o bem do Miss Brasil, honrar uma tradição de seis décadas e meia, mesmo com as novas tendências de comportamento, ditadas pelas mídias sociais. Foi-se o tempo que se faziam concursos de misses baseados apenas no boca a boca. A tradição de Ieda Vargas e Martha Vasconcellos pede para viver, mesmo em tempos de fundamentalismo bolsonarista.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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