Primeiro Miss Brasil de Evandro Hazzy deverá ser em setembro


Se tudo der certo

Da redação TV em Análise

Instagram/Evandro Hazzy


O projeto da 66ª edição do concurso de Miss Brasil começa a ganhar forma. De acordo com a Rede Bandeirantes, o evento já está com as primeiras cotas vendidas. A emissora não revela os nomes das empresas que compraram essas cotas porque ainda faltam resolver questões pendentes com a Miss Universe Organization no que diz respeito a obrigações e formatação. De acordo com a Band, os problemas dizem respeito aos concursos estaduais a serem televisionados.
O plano comercial do Miss Brasil 2020 só deverá ser apresentado em fevereiro. A diretora comercial do Miss Brasil, Patrícia Régia, está trabalhando na definição de novos patrocinadores para os concursos de 23 Estados e do Distrito Federal. O novo Manual de Ética e Operações para os coordenadores e candidatas deverá ser redigido a partir da segunda quinzena de janeiro, com a supervisão de representantes da Endeavor, empresa proprietária da Miss Universe Organbization, que promove o Miss Universo.
De acordo com os planos da Band, o Miss Brasil 2019 deverá ocorrer em setembro, em São Paulo. Os concursos estaduais, que começaram a ser realizados em 31 de julho deste ano, deverão se arrastar até maio, a tempo de preparar as candidatas para o concurso. Das 27 unidades da Federação, seis estão sem coordenação local para o ciclo do Miss Brasil 2020: Amazonas, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os contratos para as coordenações desses Estados devem ser assinados em março.
CNPJ A intenção dos novos responsáveis pelo Miss Brasil válido pelo Miss Universo é dar uma estrutura de empresa ao concurso, da mesma forma que acontece nos Estados Unidos e na Venezuela. A Band não participaria da administração do novo Miss Brasil, mas permaneceria como exibidora do concurso nacional e das disputas estaduais. Até o fechamento desta matéria, os nomes dos investidores responsáveis por manter o Miss Brasil vivo para a partir de 2020 permanecem sob segredo.
Um ano após sua criação, em 1954, o Miss Brasil passou pelas mãos de cinco grupos de mídia – Diários Associados, Grupo Sílvio Santos, Grupo Record, Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho e Grupo Bandeirantes de Comunicação – e seis empresas promotoras – Most of the Brazilian Beauty, Paulo Max, Singa, Gaeta, Enter e Polishop. A companhia que assumir, de nome ainda a ser definido, será a sétima a organizar o concurso.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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