O quadro de aproveitamentos dos 34 países que tem título de Miss Universo após o final do concurso de 2019, em Atlanta


Eleição de Zozibini afirma status de potência continental da África do Sul

Da redação TV em Análise

Paras Griffin/Getty Images/08.12.2019


A eleição de Zozibini Tunzi, 26, no domingo (8) serviu para chancelar o status de potência na África para a África do Sul no Miss Universo. As seis classificações obtidas nos anos 2010 foram cruciais para colocar o país na elite das grandes potências do concurso, atrás dos Estados Unidos, Venezuela, Brasil e Colômbia, que também classificaram candidatas na 68ª edição, realizada em Atlanta.
Com 24 classificações em 45 participações, a África do Sul não pode ultrapassar Estados Unidos, Venezuela, Brasil e Colômbia em termos de desempenho. O período de suspensão em função do apartheid foi altamente prejudicial para que o país tivesse melhor desempenho. A África do Sul não pode brigar com a história. Com Zozibini, primeira Miss Universo negra do país, a conta moral da segregação foi sanada, mas não repara o estrago estatístico. Para a elaboração da tabela abaixo, o peso que foi levado em conta foi o percentual de classificações e não o número de títulos (exceto França e Israel)

 
País Títulos Participações Semifinalistas Aproveitamento (%)
USA 8 68 63 92,64
VEN 7 66 44 66,66
BRA 2 65 38 58,46
COL 2 62 35 56,45
RSA 3 45 24 53,33
SWE 3 65 29 44,61
IND 2 56 23 41,07
PHI 4 64 24 37,50
AUS 2 56 19 33,92
PUR 5 65 22 33,84
MEX 2 62 20 32,25
RUS(**)(*) 1 25 8 32,00
GER 1 68 21 30,88
ESP 1 60 18 30,00
FRA 2 68 20 29,41
ISR 1 68 20 29,41
JPN 2 66 19 28,78
FIN 2 64 18 28,12
GRE(*) 1 64 18 28,12
PER 1 65 19 29,23
CAN 2 68 19 27,94
NOR 1 61 17 27,86
ARG 1 62 16 25,80
CHI 1 55 13 23,63
NED 1 59 13 22,03
THA 2 55 12 21,81
TTO(*) 2 41 8 19,51
ANG 1 22 4 18,18
PAN(***) 1 53 9 16,98
DOM 1 62 10 16,12
BOT(*) 1 8 1 12,50
NZL 1 56 5 8,92
NAM 1 25 2 8,00
LIB(*) 1 42 3 7,14

(*)Não competiram no Miss Universo 2019
(**)Vencedora destituída em 26/9/2002
(***)Título herdado de 26/9/2002 a 3/6/2003

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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