Evandro Hazzy ainda não tem o projeto para o Miss Brasil 2020


Tudo não passa de rascunho e conversa

Da redação TV em Análise

Fátima Abranches/Miss Goiás/Divulgação/29.11.2019


A participação de Júlia Horta, 25, no Miss Universo 2019 agora é história. Finda a jornada do concurso internacional, a cobrança dos missólogos vai partir para cima de Evandro Hazzy, homem que se autoproclama coordenador do Miss Brasil sem a Miss Universe Organization e o Grupo Bandeirantes saberem. O gaúcho viajou duas vezes a São Paulo entre outubro e novembro para acertar parte do que deverá ser o projeto da 66ª edição da etapa brasileira do Miss Universo. Contou conversa.
De lorota em lorota, Hazzy começou a recrutar parte da velha turma de coordenadores estaduais. No Amapá, chamou de volta Enyellen Sales, 32, que se afastou no ano passado para disputar uma vaga na Assembleia Legistaltiva pelo PSC, onde não foi eleita. Em Alagoas, a nova estrutura do Miss Brasil terá a coordenação do professor Wilcley Macedo. Aos poucos, parte da turma de coordenadores da Polishop vai sendo pega para continuar com a “Equipe Águia”, nome de trabalho da turma de Hazzy e seis ex-misses.
Estados chave como Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul ainda não tem suas coordenações formadas. Tudo indica que, a exemplo de Amazonas, Minas Gerais e Piauí, devam ficar com pessoas do quadro da Rede Bandeirantes, como já vinha ocorrendo. A exceção é o Rio. Estado problemático no Miss Brasil desde 2016, a terra de Adalgisa Colombo e mais sete misses Brasil e berço do concurso (Petrópolis, 1954) tenta ter na Band e na firma do concurso uma chance de colocar candidata que preste. O Rio está sem vencer o Miss Brasil desde 1981. Trata-se de uma situação extremamente preocupante.
Antes colocada em risco após o distrato com a Polishop, em 18 de julho, a sucessão de Júlia Horta toma forma na prancheta de Patrícia Régia, encarregada pela Band de dar o corpo para o novo formato do Miss Brasil ao mercado publicitário, agências e anunciantes. A mineira está aberta a novos endossos, que a associem ao título de Miss Brasil 2019. Seus 574.841 seguidores no Instagram, a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), Kantar Ibope e a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP) agradecem. Só a imprensa baseada nas redações de São Paulo, recheada de mentes alienadas por Bart Simpson, pelas novelas da Rede Globo de Televisão e por youtubers musicais de falsetes de qualidade questionável na Vigilância Sanitária ainda não entendeu o recado.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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