Band define grupo de trabalho que vai realizar Miss Brasil 2020


Cinco ex-misses irão se somar a Natália Guimarães na “Equipe Águia”

Da redação TV em Análise

Fotos Arquivo Pessoal/Band, Extra, Bahia Vitrine, Caras e EGO
Carla Godinho, Deise Nunes, Flávia Cavalcante, Leila Schuster e Renata Bessa estão na nova estrutura


A Rede Bandeirantes fechou parte da estrutura do grupo de trabalho que vai organizar o Miss Brasil a partir de 2020. De acordo com o colunista Flávio Ricco, do UOL, quatro ex-misses – Deise Nunes (RS, 1986), Flávia Cavalcante (CE, 1989), Leila Schuster (RS, 1993) e Natália Guimarães (MG, 2007) – farão parte da denominada “Equipe Águia”, liderada pelo especialista em concursos de beleza Evandro Hazzy. O gaúcho vai atuar como diretor de produção da nova estrutura.
Também integram a “Águia” a Miss Rio de Janeiro 1985, Carla Godinho, e a Miss Brasil de 1995, Renata Bessa (MG). Patrícia Régia, executiva contratada pela Band, vai atuar como diretora comercial. Ainda falta definir quem ficará responsável pela área de licenças estaduais, função antes ocupada por Marcelo Soes, nome indicado pela Polishop.
A Band chegou a essa solução depois de perder o patrocínio da Polishop, em julho. Com a estrutura formada, a “Equipe Águia” irá atrás de patrocínios para o Miss Brasil e já para a transmissão do Miss Universo 2019, com data e cidade-sede ainda indefinidos. De acordo com a emissora, a participação da mineira Júlia Horta, 25, seja qual for o resultado, servirá como ponta de lança para o novo projeto do Miss Brasil, que ainda não traz detalhes em relação a como vai ficar a essência dos concursos estaduais. A Band espera recuperar o faturamento perdido no período da Polishop, entre 2016 e 2019.
A Band tem os direitos do Miss Brasil e do Miss Universo desde 2003 e dos concursos estaduais desde 2004. Em 12 de setembro de 2011, participou da geração internacional de imagens e da organização da 60ª edição do Miss Universo, realizada em São Paulo.
O modelo de gestão que passa a ser adotado para o Miss Brasil segue o adotado pelo Miss Venezuela desde abril do ano passado. Por lá, vencedoras dos três principais concursos de beleza exercem postos-chave, entre elas Maria Gabriela Isler, Miss Universo 2013. Isler é responsável pelo plano de formação das candidatas e ganhadoras e também trabalha como diretora de responsabilidade social da etapa venezuelana do Miss Universo.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Jóia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais e marcado , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s