Guerra de bastidores tenta levar o Miss Universo 2019 a Dubai e sua marcação para 19 de dezembro começa a ser trabalhada


Único entrave é na prova de trajes de banho

Da redação TV em Análise

The National
Fazem uma tempestade numa garrafa de Coca Cola sem necessidade


Uma briga muito feia de comunicação começou a ser travada entre alguns missólogos asiáticos para pressionar a Miss Universe Organization a realizar a 68ª edição do concurso de Miss Universo em Dubai. Com 69 candidatas já eleitas, esta edição do certame, na prática, já deveria era estar com a data e a cidade-sede definidas há pelo menos cinco meses. A forçação de barra para insinuar que a Coca Cola Arena, com capacidade para 17 mil espectadores, na principal avenida da cidade, seria uma suposta sede do concurso beira a irresponsabilidade.
O desespero desses missólogos, parte deles das Filipinas, beira o sadismo ainda mais às vésperas de uma viagem promocional da Miss Universo 2018, Catriona Gray, 25, à cidade dos Emirados Árabes. Tradicionalmente, o país-sede de qualquer edição do Miss Universo tem de ter sua candidata eleita ou aclamada, o que para os Emirados Árabes não é o caso. Esse país da Península Arábica serviria de campo neutro para a disputa caso, de fato, obtenha a sede. É a mesma coisa que acontece no Super Bowl, decisão do futebol americano que acontece no primeiro domingo de fevereiro, macumba inclusa.
O grande empecilho para a realização do Miss Universo 2019 em Dubai é a prova de trajes de banho, questão que terá de ser resolvida com as autoridades locais, que envolve também fotos externas de divulgação das candidatas. Pelas tradições islâmicas, o biquíni, adotado desde 1998, teria de dar lugar ao maiô, peça que deu origem ao concurso, em 1952. Esse é o osso que a Endeavor tem de roer para aparar as arestas da cidade-sede.
Literalmente com a corda no pescoço, como diria aquele sambinha da saudosa Beth Carvalho (1946-2019), a Miss Universe Organization tenta, das tripas coração, marcar a 68ª edição do Miss Universo para o dia 19 de dezembro, nem que seja na marra. Sendo em Dubai, a geração internacional teria de passar às 15h no Brasil, preservando a exibição gravada no horário nobre americano, na FOX; repetindo o esquema de 2013, quando a NBC fez a geração do concurso de uma casa de espetáculos de Moscou.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
Esse post foi publicado em Jóia da coroa, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo e marcado , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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