CNB pode assumir coordenação do Miss Universo para o Brasil com a Globo e deve herdar coordenadores ‘viúvos’ da Polishop


Cerca de 350 profissionais devem se juntar para uma nova versão do Miss Brasil

Da redação TV em Análise

Rodrigo Trevisan/Band/MissBrasil/Divulgação/09.03.2019
A mineira Júlia Horta recebe o título de Miss Brasil da amazonense Mayra Dias, penúltima Miss Brasil da Band


Uma luz no fim do túnel pode estar aparecendo para os mais de 300 coordenadores municipais e os 25 coordenadores estaduais que ficaram desempregados depois que a Polishop anunciou o encerramento de patrocínio e a Rede Bandeirantes decidiu devolver a concessão do Miss Universo no Brasil para a Endeavor. Fontes do meio miss informaram ao TV em Análise Críticas que o Concurso Nacional de Beleza (CNB) estaria em trativas avançadas com a Rede Globo para assegurar a transmissão e organização da 66ª edição do concurso de Miss Brasil, em 2020.
De acordo com essas fontes, a Globo estaria disposta a cobrir ofertas que outras redes viessem a fazer para assumir os direitos de TV aberta do Miss Universo, que já pertenceram à Band entre 2013 e 2018. O acordo, caso venha a ser assinado, teria efeito já para a transmissão do Miss Universo 2019, que ainda não encontrou uma data ou cidade-sede para a sua organização. No mercado, há rumores de que o SBT estivesse negociando o retorno dos concursos da família do Miss Brasil e do Miss Universo à sua grade já no próximo ano, mas a assessoria da rede de Sílvio Santos nega a informação.
O CNB é uma dissidência do Miss Brasil da Gaeta Promoções e Eventos criada em 2005 para gerir a concessão do Miss Mundo para o Brasil. Desde 2006, o CNB deu ao país um aproveitamento de 84,61% de classificações no Miss Mundo, chegando a figurar duas vezes entre as seis finalistas – Jane Borges (GO, 2006) e Sancler Frantz (RS, 2013). Além disso, o CNB registrou uma classificação entre as sete finalistas e sete semifinalistas. Presidido pelo paranaense Henrique Fontes, editor do site GlobalBeauties, o CNB também detém as concessões de outros concursos internacionais de menor expressão.
Se confirmada, a nova coordenação do Miss Universo para o Brasil deve herdar da antiga parceria entre a Band e a Polishop uma estrutura grande, com coordenações estaduais já consolidadas, à exceção do Rio Grande do Sul. Lá, um racha fez com que as coordenações municipais migrassem para o Miss Brasil Globo, realizado em Brasília. Os ex-coordenadores do Miss Brasil nos Estados já estudam processar a Band e a Polishop por danos morais, em função da quebra do acordo que viabilizava a realização dos certames.
Independente de que resultado obtenha no Miss Universo 2019, a mineira Júlia Horta, 25, ao menos, deverá ter onde fazer sua sucessora e encerrar seu reinado sem transtornos. Se vencer no concurso internacional, Júlia deverá ser uma importante arma de propaganda da nova coordenação do Miss Brasil, que deve vir respaldada por, pelo menos, cinco patrocinadores de peso. Os nomes das empresas são mantidos em sigilo.
Procurada pela reportagem do TV em Análise Críticas, a Central Globo de Comunicação disse desconhecer qualquer tratativa para assumir os direitos do Miss Brasil, do Miss Universo e dos concursos estaduais. A assessoria de imprensa do CNB não foi localizada.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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Uma resposta para CNB pode assumir coordenação do Miss Universo para o Brasil com a Globo e deve herdar coordenadores ‘viúvos’ da Polishop

  1. Gilberto Souza Diniz disse:

    Tomara que seja verdade e o Miss Brasil volte a ser o que era nos áureos tempos dos anos 50, 60 e inicio dos 70. Com a Globo, acredito.

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