África do Sul também na briga pela sede do Miss Universo 2019


Experiência de sete sedes do Miss Mundo parece pesar a favor

Da redação TV em Análise

Getty Images
Joanesburgo é uma das opções sul-africanas para o concurso


A África do Sul é o segundo país a ter interesse formal em receber a 68ª edição do concurso de Miss Universo, prevista para dezembro. De acordo com o jornal The South African, o país carrega a experiência de ter recebido sete edições do Miss Mundo. De 1992 a 1995 e 2001, o concurso rival ocorreu em Sun City. Joanesburgo sediou as edições de 2008 e 2009, em dois locais distintos, no Sandton Convention Centre e no Gallagher Convention Centre. É essa expertise nas edições do Miss Mundo lá realizadas nas décadas de 1990 e 2000 que o país quer levar para receber o Miss Universo pela primeira vez, a segunda na África.
A publicação cita as excelentes condições climáticas do país para receber grandes eventos. Em 2010, a África do Sul foi sede da Copa do Mundo da FIFA. Em 1995, o país recebera a Copa do Mundo de Rúgbi. No continente africano, o Miss Universo só foi realizado uma vez, em 12 de maio de 1995, em Windhoek, capital da Namíbia. O fuso de sete horas em relação ao horário da costa leste americana deve ajudar bastante, já que o Miss Universo começa às 19h pelo horário de Nova York (2h em Joanesburgo). O horário se refere a uma provável realização no domingo, 15 de dezembro, a depender de confirmação.
Além da África do Sul, Israel também manifestou interesse em sediar o Miss Universo 2019. Coreia do Sul, Emirados Árabes, Filipinas e República Dominicana fizeram ofertas fracassadas junto à Miss Universe Organization para receber o certame.
A África do Sul tem o quinto melhor aproveitamento entre os 34 países que levaram títulos de Miss Universo desde sua criação, em 1952. Em 44 participações, iniciadas naquele ano, o país teve 23 classificações, que equivalem a 52,27%. As duas únicas vitórias sul-africanas ocorreram em 24 de julho de 1978, com Margaret Gardiner, em Acapulco, e 26 de novembro de 2017, com Demi-Leigh Nel-Peters, em Las Vegas. Entre 1985 e 1994, o país foi suspenso do Miss Universo em função do regime de apartheid. Desde o fim do regime segregacionista, sete negras representaram a África do Sul no Miss Universo. Zozibini Tunzi, 25, de Tsolo (Eastern Cape), eleita Miss África do Sul 2019 na sexta-feira (9), em Sun City, será a oitava. Destas, apenas Augustine Masilela (1995) e Refilwe Mthimunye (2015) obtiveram classificação entre as semifinalistas.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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