Júlia Horta começa a cumprir à risca cartilha do Miss Universo


Compromisso de entidade parceira em São Paulo no sábado é um bom sinal

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

SmileTrain Brasil/Divulgação


A pouco mais de oito meses da 68ª edição do concurso de Miss Universo, a mineira Júlia Horta, 25, começa a colocar na prática no seu reinado de Miss Brasil 2019 a cartilha da Miss Universe Organization, se quiser de fato disputar o título. Sua presença em evento de uma das entidades parceiras do Miss Universo, na manhã do sábado (6), no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, denota uma movimentação bem clara de que Júlia começa a arregaçar as mangas para uma eventual eleição sua como Miss Universo 2019. A aliança com a SmileTrain é sinal claro de alinhamento do Miss Brasil e de sua empresa patrocinadora com a cartilha do Miss Universo, ditada à todas às 106 coordenações nacionais filiadas.
Embora potências como Estados Unidos, Filipinas, Porto Rico, Tailândia e Venezuela ainda estejam na fila para elegerem suas candidatas, Júlia Horta deu um sinal claro de que, ao contrário das suas 51 antecessoras desde a eleição de Martha Vasconcellos, 70, em 13 de julho de 1968, não demonstra desconfiança e incompetência no trato com a sua preparação e gerenciamento de imagem. Tem nas mãos uma assessoria de cortar queijo minas com lâmina zerada de serra de pão, dessas de doer nos dedos de Stella Araneta, Gabriela Isler, Denise Quiñones, Lara Dutta, dentre outras coordenadoras de países mais histriônicos com concursos de beleza. A grana do Chavit Singson vai barrá-la?
Sem essa conversa de índio e quilombola, Júlia Horta enterrou a velha retórica de que Miss Brasil só serve para ir ao Miss Universo e encerrar o reinado o mais rápido possível para casar. Tem os freios morais nas mãos. Não adota a cartilha da petralhada. Coloca no arquivo as asneiras da turma dos “direitos humanos” que vem afundando a imagem do Miss Brasil e do Miss Universo na mídia brasileira desde a década de 1970, com o conluio dos grupos Globo, Folha, Estado, Abril e Três de comunicação e suas corjas esquerdistas.
Para reforçar seu compromisso com a disputa do título, Horta iniciou nesta segunda-feira (8) seus treinamentos com o preparador Namie Wihby, que já trabalha com a definição das candidatas do concurso de Miss São Paulo. Na semana do Carnaval, Wihby esteve em Campos do Jordão preparando as 27 candidatas estaduais do Miss Brasil 2019.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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