Calendário dos estaduais do Miss Brasil 2020 será antecipado


Certames serão realizados de agosto a dezembro de 2019

Da redação TV em Análise

Luís Soares/MissMinas Gerais Be Emotion/Divulgação/18.02.2019


A Organização Miss Brasil Universo fechou questão e decidiu que os 27 concursos estaduais do Miss Brasil 2020 ocorrerão no segundo semestre de 2019, entre os meses de agosto e dezembro. O calendário oficial deverá ser liberado pelas suas sócias, Polishop, Grupo Bandeirantes de Comunicação e Endeavor, até o final de maio. As inscrições para a 66ª edição do Miss Brasil ainda não começaram, mas coordenadores municipais no Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe abriram inscrições para os concursos locais, que levam aos estaduais da etapa brasileira do Miss Universo.
A intenção é fazer com que os concursos estaduais do Miss Brasil ocorram na mesna época que os do Miss USA, que costumam atrair mais importância e servem de referência para outras coordenações nacionais. No México, por exemplo, o calendário dos estaduais do Mexicana Universal já obedece a esse padrão. De acordo com a diretora geral do Miss Brasil, Karina Ades, não há intenção de “europeizar” o calendário dos estaduais do Miss Brasil e sim de propiciar uma preparação mais adequada das vencedoras para a final nacional, que deverá ser mantida em março, dentro de convenção da patrocinadora.
Em todo o país, mais de 300 municípios devem realizar concursos para os estaduais do Miss Brasil até outubro. A intenção é evitar ao máximo aclamações de candidatas estaduais e restringi-las a nível municipal, como ocorre em Santa Catarina, por exemplo. Em Estados como Espírito Santo e Piauí, ocorrem grandes seletivas, que filtram o número de candidatas. São Paulo usa desse método desde 2012, antes mesmo da Polishop assumir as operações do Miss Brasil e dos concursos estaduais e do Distrito Federal.
De acordo com a Agência Folha, a Polishop investiu R$ 35 milhões desde 2016 na reestruturação dos 27 concursos estaduais e na organização do Miss Brasil. O valor não inclui as despesas pagas à Rede Bandeirantes para inscrever as candidatas brasileiras nas disputas do Miss Universo. No concurso internacional, os custos de direitos de transmissão, royalties e despesas de viagem da candidata e da direção nacional ou do seu Estado são pagos pela Band com o dinheiro dado pela Polishop e suas subsidiárias.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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