A idiota riu da morte do neto de Lula e afrontou Gleisi Hoffmann


Gleisi Hoffmann e Alessandra Strutzel: a honra e a dignidade diante do seu avesso

Joaquim de Carvalho
Do Diário do Centro do Mundo

Eduardo Matysiak/Diário do Centro do Mundo

Captura de tela/Twitter


Duas fotos, duas mulheres, duas realidades, dois brasis, um que ascendeu e outro que foi golpeado.
O retrato do Brasil que ascendeu é da blogueira e youtuber Alessandra Strutzel.
Ela comemorou na rede social a morte de uma criança de 7 anos, neto do ex-presidente Lula. Em um comentário, escreveu:
“Um filho da puta a menos. kkkkk”, escreveu ela.
Uma seguidora lembrou que quem havia morrido era uma criança.
“Entendi sim, pensa, iria crescer com o exemplo do Avô, um filho da puta a menos para roubar o nosso país”, respondeu.
Alessandra Strutzel é o retrato da indignidade.
Já o outro retrato é de Gleisi Hoffmann, a presidente do PT. Preparando-se para dar entrevista, ela não escondia a tristeza, uma tristeza profunda.
Dá para ver em seus olhos o choro contido, dá para enxergar a única reação possível de alguém que se depara com a realidade inafastável da morte: a vontade de abraçar quem sofre.
É o retrato da dignidade.
Não é difícil saber de que lado ficar, a quem apoiar.
Pessoas como Alessandra Strutzel jogaram o país no abismo, com um movimento que nasceu do ódio. São filhas do ódio, e o ódio não produz nada que preste.
A nação que essas pessoas estão se empenhando em destruir já reage. E será vitoriosa.
Os outros passarão, sufocadas pelo própria indignidade.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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