São Paulo é cidade que mais sediou Miss Brasil nos anos 2010


Capital paulista vai receber concurso pela quinta vez na década

Da redação TV em Análise

W.S. Furlan/Getty Images


Em 64 edições do Miss Brasil, o Rio de Janeiro é a cidade que mais recebeu edições do concurso, mas a coisa varia bastante por década. Uma série de recortes organizados pelo TV em Análise Críticas mostra que, a partir da década de 1950, o ambiente variou bastante. Entre 1954 e 1959, Petrópolis recebeu quatro edições, enquanto a capital fluminense, apenas duas. Todas as edições do Miss Brasil na década de 1960 ocorreram por lá. Na década de 1970, Brasília recebeu sete edições, contra apenas três do Rio. Nos anos 1980, São Paulo sediou nove edições e Brasília, uma.
Na década de 1990, São Paulo recebeu quatro edições do Miss Brasil, inclusive a aclamação de Leila Schuster, em 12 de janeiro de 1993. O Rio de Janeiro recebeu outras quatro edições. Teresina recebeu uma edição da etapa brasileira do Miss Universo. Nos anos 2000, o Rio assumiu a hegemonia de sedes do Miss Brasil, com seis edições, contra quatro realizadas em São Paulo. A itinerância do Miss Brasil seria retomada nos anos 2010, com São Paulo recebendo cinco edições, inclusive a que vai acontecer no dia 9 de março, no São Paulo Expo. Fortaleza se tornou a segunda capital nordestina a receber o Miss Brasil, com duas edições. Belo Horizonte, Ilhabela e Rio sediaram uma edição cada.
Das oiro cidades que sediaram o Miss Brasil desde 1954, apenas Teresina não rendeu à vencedora classificação no Miss Universo. O Rio de Janeiro foi a única cidade a dar a vencedora do Miss Brasil portas abertas para vencer o Miss Universo em 1963, com a gaúcha Ieda Vargas, e em 1968, com a baiana Martha Vasconcellos, além de três segundos lugares. A melhor classificação que uma vencedora do Miss Brasil eleita em São Paulo teve no Miss Universo foi o terceiro lugar da gaúcha Priscila Machado, em 2011, quando o concurso internacional foi realizado também na capital paulista. De Fortaleza saíram uma futura quinta colocada (Gabriela Markus, RS, 2012) e uma semifinalista no Miss Universo (Melissa Gurgel, CE, 2014). Belo Horizonte abriu as portas para que a mato-grossense Jakelyne Oliveira ficasse em quinto lugar, em 2013, em Moscou. De Ilhabela, saiu o feito histórico da piauiense Monalysa Alcântara, segunda Miss Brasil eleita por votação nominal e primeira nesse sistema a se classificar no Miss Universo.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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