Assunto da semana: Enquanto isso, na terra de Tara Conner…


Buraco de informações sobre o Miss USA 2019 é maior

Fotos Brad Barket /Getty Images/19.12.2006 e Miss Universe OrganizationDivulgação/18.05.2018


Na semana passada, aqui se questionou em torno da pressa de se marcar o Miss Brasil 2019 para março, no sábado seguinte ao Carnaval. Pois bem. Acabou o ciclo de concursos estaduais do Miss USA 2019 e para as coordenações estaduais americanas sobrou a incerteza maldita de onde e quando será realizada a 68ª edição da etapa americana do Miss Universo. Se a Miss Universe Organization se levasse a sério, já teria decidido as datas do Miss USA e do Miss Teen USA há bastante tempo. Outras coordenações nacionais (não maioria) já se planejaram há bastante tempo.
É nítido o semblante de ressaca entre os diretores da organização do Miss Universo, que ainda tentam fazer as contas do deslocamento do pessoal para Bangcoc. A conta de US$ 12 milhões para a 67ª edição do concurso, realizada em 17 de dezembro do ano passado, ainda está sendo paga pelos organizadores tailandeses. Não há, na Miss Universe Organization, clima, saco, para tratar de sede do Miss USA 2019. É preciso, antes, se aparar as arestas sobre a realização da 68ª edição do Miss Universo em Seul, na manhã da segunda-feira, 16 de dezembro (cá, noite de 15 de dezembro).
A prioridade número um para a MUO é organizar a ida de Catriona Gray, 25, vencedora do Miss Universo 2018, para as homenagens na sua cidade natal, Cairns (nordeste da Austrália, tão quente quanto o nosso), Manila, onde cresceu, e Oas, na província filipina de Albay, onde fixou residência. Trata-se de uma logística mais complexa que a da Polícia Federal para levar, em vão, o Lula para enterrar o irmão em São Bernardo do Campo. Sem Carolina Lebbos, TRF-4 e Dias Tóffoli no meio, a MUO segue o seu jogo para que Catriona receba as acolhidas que merece.
Fevereiro será um mês de recesso para a família do Miss Universo, menos em alguns concursos nacionais que caminham para fechar os quadros de candidatas dos concursos da primeira quinzena de março, Brasil incluso. A janela da sucessão de Catriona será reaberta no dia 7 de março, no Nepal. No dia seguinte, será a vez da Malásia seguir o exemplo do Brasil e eleger sua candidata com bastante antecedência. O caso brasileiro de planejamento de uma etapa nacional é atípico para um país que teve oito classificações consecutivas somente nos anos 2010. Bom sábado a todos.


Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (2/2)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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