O que interessa à Rede Globo não é a transmissão do concurso de Miss Brasil e sim a derrubada do presidente Jair Bolsonaro


Fazem 21 dias que a emissora insiste nessa ladainha do Queiroz e suas contas

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blpgs TV em Análise

Fotos Reprodução/Rede Globo/18.01.2019 e Icon Sport/Getty Images/07.01.2019


Há exatos 20 dias a Rede Globo de Televisão iniciava após a posse do presidente eleito Jair Messias Bolsonaro, 62, uma cruzada de perseguição à sua pessoa, em seus telejornais. Rapidamente, a emissora da famíglia Marinho iniciou uma sanha persecutória contra o filho ee Jair, Flávio, 37, eleito senador pelo PSL do Rio de Janeiro. “A TV Globe teve acesso a isso”, “a TV Globo teve acesso a aquilo”, “a GloboNews teve acesso a quilo outro” são as frases mais usadas para a Globo espancar o clã Bolsonaro antes mesmo da posse do novo Congresso Nacional, marcada para 1º de fevereiro.
O que mais a Rede Globo quer com esse caso do Fabrício Queiroz, o laranja que não é do Clemson Tigers do futebol americano universitário? Comprar os direitos do Miss Universo de forma superfaturada em termos de preços de mercado? Instar ainda mais ódio no Brasil, com os “especialistas” em direitos humanos e consumo que arranja? Transformar os ministros Dias Toffoli e Luiz Fux em funcionários da Central Globo de Programação?
Apesar da vitória elaśtica de 44 a 16 na decisão nacional contra o Alabama Crimson Tide, a audiência foi pífia se comparada a anos antyeriores. No sistema BCS Championship, tal jogo registrava 30 milhões de telespectadores no território americano. No modelo de playoff, instituído em 2015, a audiência só despencou. Registrou 9,8 milhões de telespectadores, o mesmo que uma novela das nove da Globo escrita por um petista.
É público e notório de que cada 10 atores da Globo, sete são petistas. Sempre votaram em candidatos da predileção de Luiz Inácio Lula da Silva, que a própria Globo transformou em presidiário da Operação Lava Jato em um Globo Repórter Especial, veiculado na noite de 6 de abril. Lula estava entrincheirado no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, pronto para uma missa em memória da ex-primeira dama, Marisa Letícia da Silva, assassinada pelos colunistas e analistas da GloboNews e juízes midiáticos da Lava Jato de Curitiba. A prova está na reprise da novela Vale Tudo (1988), que o canal pago Viva exibe.
A parábola entre os confetes laranjas do Crimson Tide, o laranja do Fabrício e a Renata Vasconcellos vestida para matar Bonoro, aparentemente a mando de algum petista da Central Globo de Jornalismo é verdadeira. Tão verdadeira quanto uísque paraguaio. Em termos de assassinatos de reputações, a Rede Globo é nota 10. O foi na Escola Base. E da mesma forma o foi para derrubar ministros como Ibrahim Abi-Ackel e Alceni Guerra. Deve levar sua experiência macabra para destruir o Miss Brasil e o Miss Universo, da mesma forma como já está fazendo com o MMA, o esporte olímpico e a música brasileiras.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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