Começam movimentos para derrubar Magali Febles da direção do Miss Universo na República Dominicana depois de 16 anos


País está sem classificar candidata desde 2015

Da redação TV em Análise

Erika Santelices/AFP/Getty Images/25.04.2012
Febles durante a aclamação de Dulcita Lieggi como representante da República Dominicana no Miss Universo 2012, onde não se classificou


Prestes a dirigir mais uma edição do Miss República Dominicana, marcada para o dia 25 de maio, Magali Febles, 55, está no meio de um fogo cruzado de missólogos contra a sua gestão, mais marcada por fracassos do que sucessos no Miss Universo. Em 16 participações sob sua gestão, a República Dominicana teve apenas seis classificações, que equivalem a um aproveitamento de 37,5%. No mesmo período, o Brasil teve 10 candidatas classificadas, o que equivale a um aproveitamento maior, de 62,5%.
A República Dominicana está sem obter classificação no Miss Universo desde 2015, quando Clarissa Molina, 27, ficou entre as 10 semifinalistas, em Las Vegas. Na 67ª edição do Miss Universo, realizada há três semanas em Bangcoc, Aldy Bernard, 23, ficou fora. Ela fará sua sucessora na 61ª edição do Miss República Dominicana, a ser realizada em Santo Domingo. Dois castings serão realizados para definir as 32 candidatas oficiais. O único título de Miss Universo para o país veio em 3 de junho de 2003, na Cidade do Panamá, com Amélia Vega, 34, apontada como suposta integrante com Molina de um suposto “comitê de beleza” dominicano, ao lado de Marianne Cruz, 33, terceira colocada no Miss Universo 2008, em Nha Trang (Vietnã). A campanha para derrubar Febles do Miss República Dominicana teve início no dia 18 de dezembro, dois dias após Aldy não se classificar nem mesmo na repescagem continental do Miss Universo 2018.
Febles está na direção do Miss República Dominicana desde 2003. Segundo relatos de missólogos, ela não marcou presença em Bangcoc para dar apoio à sua candidata. Em 57 participações no Miss Universo, iniciadas em 1956, a República Dominicana teve nove classificações, que equivalem a um aproveitamento geral de 15,78%. Febles também foi coordenadora do Miss Universo Porto Rico até 2009 e deu apoio ao concurso de Miss Haiti em 2010, quando o país vizinho voltou a competir no Miss Universo.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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