Desempenho da Oceania no Miss Universo poderia ser melhor com a inclusão de novos países no programa do 68º concurso


Continente está preso na disputa ao trio Austrália-Guam-Nova Zelândia

Da redação TV em Análise

Lillian Suwanrumpha/AFP/Getty Images/13.12.2018
Australiana Francesca Hung foi a única classificada do continente


Sem ter vitórias no Miss Universo desde 2014, a Oceania tem vivido momentos de vacas magras nas cinco últimas edições do Miss Universo. Em quatro delas, tem ficado restrita a Austrália, Guam e Nova Zelândia. Essa presença restrita empobrece o cardápio de candidatas do concurso. Desde 2007, quando as Marianas do Norte ficaram sem enviar candidata, a presença da Oceania no Miss Universo tem se restringido a australianas, guamesas e neozelandesas.
Até então, Fiji, Micronésia, Papua Nova Guiné, Samoa Americana, Samoa Ocidental e Vanuatu se juntaram às Marianas do Norte para quebrar o gelo do trio Austrália-Guam-Nova Zelândia. Na história do Miss Universo, a Oceania teve 10 países e territórios competindo em diferentes edições, principalmente durante a Guerra Fria.
Nas últimas cinco edições do Miss Universo, a presença limitada da Oceania tem feito a festa da Austrália no que diz respeito a classificações. Foram três em cinco participações. Sem classificar desde 1982, Guam tem um aproveitamento de 4,76% no Miss Universo. Sem ver uma classificação desde 1992 e sem vencer desde 1983, a Nova Zelândia tem um aproveitamento de 9,25%. O país de Lorraine Downes, 54, tem cinco classificações em 54 participações, iniciadas em 1954. A terra de Patty Chong Kerkos, no Miss Universo desde 1966, apenas duas. A última, seu segundo lugar em Lima, em 26 de julho ee 1982.
Com 19 classificações em 55 participações, iniciadas em 1952, a Austrália de Francesca Hung, 24, tem um aproveitamento de 34,54%, o melhor dos países e territórios da Oceania que foram entrando no Miss Universo e dele não mais saindo. Sua classificação entre as 20 semifinalistas na 67ª edição do concurso, realizada há duas semanas em Bangcoc, foi um bom sinal, mas o Miss Universo precisa aumentar sua presença na região para os missólogos não terem que ver mais do mesmo no continente. A realização da 68ª edição do Miss Universo, em Seul, no dia 16 de dezembro, poderia ser uma boa oportunidade para a Oceania aumentar sua presença de candidatas.

O DESEMPENHO DA OCEANIA NO MISS UNIVERSO ENTRE 2014 E 2018
Ano Candidatas Classificadas
2014 3 1
2015 2 1
2016 3 0
2017 3 0
2018 3 1

 

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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