Redistribuição de vagas de semifinalistas beneficiou Américas na 67ª edição do concurso Miss Universo, sediada em Bangcoc


Quadro de semifinalistas se iguala a 2016

Da redação TV em Análise

Lillian Suwanrumpha/AFP/Getty Images/17.12.2018
Terceiro lugar de Stefhany Futiérrez salvou continente americano


Sem ver títulos de Miss Universo desde 2014, as Américas saíram da 67ª edição do concurso de Miss Universo, realizada na manhã da segunda-feira (17), na IMPACT Arena, em Bangcoc, mais fortes do que estavam em 2017, quando foi instituída a classificação de semifinalistas por continentes ou regiões. As classificações da americana Sarah Rose Summers, 24, da brasileira Mayra Dias, 27, e da venezuelana Sthefhany Gutiérrez, 19, na repescagem continental salvaram importantes potências do concurso de um desastre maior. A desclassificação da candidata dos Estados Unidos, por exemplo, seria um duro golpe para a Miss Universe Organization, que não queria ver a vencedora do Miss USA fora da elite de 20 semifinalistas.
O peso de Sarah Rose para a disputa foi crucial para segurar Mayra e Sthefany. Tirar Brasil e Venezuela também seria outro desastre. A entrada das três fez com que as Américas repetissem sua melhor performance nas cinco últimas edições do Miss Universo, classificando oito semifinalistas como na 65ª edição, em 30 de janeiro de 2017, em Manila. O menor desempenho das Américas nesse período ocorreu em 2015, quando apenas sete das 28 candidatas dos continentes se classificaram entre as 15 semifinalistas.
Depois dos reveses de Mayra, Sarah Rose e de outras candidatas nas fases seguintes, Stefhany passou a ser as Américas na definição das três finalistas para a pergunta final, de tema único. O terceiro lugar salvou não apenas a América do Sul, mas as Américas ede uma forma geral de um papelão em Bangcoc, que poderia ter sido bem maior.

O DESEMPENHO DAS AMÉRICAS NO MISS UNIVERSO ENTRE 2014 E 2018
Ano Candidatas Classificadas
2014 31 6
2015 28 7
2016 31 8
2017 33 6
2018 32 8

 

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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