Presença da África no Miss Universo oscila entre 2014 e 2018


Menor número nos últimos cinco anos foi registrado em 2015

Da redação TV em Análise

Lillian Suwanrumpha/AFP/Getty Images/17.12.2018


Continente com menor representatividade de candidatas nas últimas cinco edições do Miss Universo, a África foi responsável por cinco classificações entre 2015 e 2018, incluindo o título de Demi-Leigh Nel-Peters em 2017 e o vice de Tamaryn Green em 2018, ambas da África do Sul. Agrupada com representantes da Ásia e da Oceania, a África vai tentar para o Miss Universo 2019 uma maior representatividade em relação a 2014. Em Miami, o continente teve 10 candidatas, a maior representatividade do continente no período mais recente do concurso.
Entre 2015 e 2017, o número de candidatas da África no Miss Universo só cresceu, a despeito de algumas ausências como as do Gabão (desde 2017) e da Tanzânia (em 2018). A África do Sul, também registrou classificação em 2015, em Las Vegas. Em Bangcoc, o vice de Tamaryn soou como uma vitória que tivesse acontecido, mas lhe escapara como sabonete. Em 2014, nenhuma das dez candidatas do continente se classificou. Em 2015, só a sul-africana Refilwe Mthimunye, 27, se classificou. Em Manila, no ano seguinte, a queniana Mary Esther Were, 29, foi a única representante do continente africano a se classificar entre oito candidatas.
Na 66ª edição do Miss Universo, em Las Vegas, fora Demi-Leigh, apenas a ganense Ruth Quashie, 24, obteve classificação entre 10 representantes que a África enviou. No Miss Universo 2018, realizado há nove dias na IMPACT Arena, em Bangcoc, Tamaryn foi a única africana a se classificar entre as 20 semifinalistas no absurdo que a Miss Universe Organization fez ao misturar as candidatas do “continente negro” com as da Ásia e Oceania. Na capital tailandesa, a África contou com apenas nove candidatas na disputa.

O DESEMPENHO DAS AFRICANAS NO MISS UNIVERSO ENTRE 2014 E 2018 
Ano Candidatas Classificadas
2014 10 0
2015 7 1
2016 8 1
2017 10 2
2018 9 1

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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