O quadro de aproveitamentos dos 34 países que tem título de Miss Universo após o fim do concurso de 2018, em Bangcoc


Filipinas encosta na Índia em termos de aproveitamento após vitória de Catriona

Da redação TV vem Análise

Lillian Suwanrumpha/AFP/Getty Images/17.12.2018


Segunda maior potência do Miss Universo na Ásia, as Filipinas ganharam mais força no quadro de aproveitamentos atualizado pelo TV em Análise Críticas após a realização da 67ª edição do concurso, na manhã da segunda-feira (17), em Bangcoc. Com 23 classificações em 63 participações, incluindo o título conquistado por Catriona Gray, 24, as Filipinas estão a uma classificação de empatarem com a Índia, que tem 22 classificações em 55 participações. Em termos percentuais, a vantagem indiana é um pouco apertada – 40% a 36,50%.
País-sede desta edição do Miss Universo, a Tailândia subiu da 28ª colocação para a 26ª com a classificação de Sophida Kanchanarin, 23, entre as 10 semifinalistas. Com isso, o país passa a ter 11 classificações em 54 participações, o que equivale a um aproveitamento de 20,37%. O país é a quinta maior potência da Ásia no Miss Universo, atrás de Israel e Japão. Estados Unidos, Venezuela e Brasil seguem com os maiores aproveitamentos nas Américas. Na África, a melhor situação é da África do Sul. Na nona colocação, a Austrália tem o melhor aproveitamento na Oceania. Apesar de não ter classificado sua candidata entre as semifinalistas, a Suécia segue com o melhor aproveitamento da Europa, na sexta colocação do ranking. Vencedora em 2016, a França tem o 20º melhor aproveitamento, atrás de Rússia (11º), Noruega (12º), Alemanha (13º), Espanha (15º) e Grécia (18º). No Velho Continente, a França tem o sétimo melhor aproveitamento.  Para a elaboração da tabela abaixo, o peso que foi levado em conta foi o percentual de classificações e não o número de títulos

 
País Títulos Participações Semifinalistas Aproveitamento (%)
USA 8 67 62 92,53
VEN 7 65 43 66,15
BRA 2 64 37 57,81
COL 2 61 34 55,73
RSA 2 44 23 52,27
SWE 3 64 29 45,31
IND 2 55 22 40,00
PHI 4 63 23 36,50
AUS 2 55 19 34,54
PUR 5 64 21 32,81
RUS(**) 1 25 8 32,00
NOR 1 60 19 31,66
GER 1 67 21 31,34
MEX 2 62 19 30,64
ESP 1 59 18 30,50
ISR 1 67 20 29,85
JPN 2 65 19 29,23
GRE 1 63 18 28,57
PER 1 64 18 28,12
FRA 2 67 19 28,35
CAN 2 67 19 28,35
FIN 2 67 18 26,86
ARG 1 61 16 26,22
CHI 1 54 13 24,07
NED 1 58 13 22,41
THA 2 54 11 20,37
ANG 1 21 4 19,04
TTO(*) 2 41 8 19,51
PAN(***) 1 52 9 17,30
DOM 1 61 9 14,75
BOT(*) 1 8 1 12,50
NZL 1 55 5 9,09
NAM 1 24 2 8,33
LIB 1 42 3 7,14

(*)Não competiram no Miss Universo 2018
(**)Vencedora destituída em 26/9/2002
(***)Título herdado de 26/9/2002 a 3/6/2003

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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