Tuítes de 2008 derrubam Kevin Hart da apresentação do Oscar


Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ainda não se posicionou sobre substituto

Da redação TV em Análise

Kevin Winter/Getty Images/28.02.2016


O comediante Kevin Hart, 39, não é mais o apresentador da 91ª edição do Oscar, marcada para o dia 24 de fevereiro, em Los Angeles. De acordo com fontes, uma série de tuítes homofóbicos datados de 2008 teria contribuído para que Hart abrisse mão da função.
Até o fechamento desta matéria, a Academia de Artes e ciências Cinematográficas (AMPAS, na sigla em inglês) ainda não tinha se posicionado sobre quem deve ocupar a vaga deixada por Hart. A decisão final sobre esse assunto deve sair na próxima semana.
A AMPAS procura nomes de projeção global para a apresentação do Oscar de 2019, o que não é o caso de Kevin Hart. Rodas de especulações colocam nomes como os dos atores Dwayne Johnson (sem um pingo de piada, péssimo comediante), Will Ferrell (mais identificado com monólogos por ter integrado o elenco do Saturday Night Live) e das atrizes Tina Fey e Amy Poehler (com edições dos Golden Globes nos respectivos currículos). Há quem fale também em Steve Harvey, que já se prepara para ir para Bangcoc apresentar a 67ª edição do Miss Universo, daqui a oito dias. O problema é que Harvey já tem compromissos com os programas de TV que apresenta (o talk show que leva seu nome, o Family Feud, o Little Big Shots, o Celebrity Family Feud e programas de rádio). É humanamente impossível a AMPAS dar um convite dessa envergadura, a não ser pelos laços de Harvey com a ABC – caso do Celebrity Family Feud. Há quem defenda que o Oscar de 2019 não tenha apresentador fixo de palco e sim um rodízio de apresentadores de categorias, como ocorreu em 1988. Naquele ano, o recém-falecido Bernardo Bertolucci levara oito estatuetas com O Pequeno Imperador, filmado na China comunista, em palacetes da capital, Pequim.

Jason Kempin/Getty Images/10.06.2016
Johnson com Hart na estreia de Um Espião e Meio

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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