Áustria, Eslovênia, Etiópia, Guiana, Iraque, Romênia, Tanzânia e Trinidad e Tobago estão fora da 67ª edição do Miss Universo


Presentes em 2017, países não aclamaram candidatas ou realizaram concursos

Da redação TV em Análise

Fotos Miss Universe Organization/Divulgação/20.11.2017


A 47 dias de sua realização, a 67ª edição do concurso de Miss Universo deverá contar com sete baixas no quadro de países que concorreu na 66ª edição, realizada em 26 de novembro do ano passado, em Las Vegas. Para se somar a Guiana, que cumpre suspensão de dois anos imposta pela Miss Universe Organization, e à Áustria, que não renovo contrato de sua coordenação nacional junto à MUO, outros seis países não terão candidatas em Bangcoc: Eslovênia, Etiópia, Iraque, Romênia, Tanzânia e Trinidad e Tobago. Nos casos de Eslovênia, Etiópia, Iraque, Romênia e Tanzânia, suas coordenações tiveram até o dia 30 de setembro para inscrever candidatas eleitas em concursos nacionais ou aclamadas, mas não o fizeram. Trinidad e Tobago saiu por causa de uma disputa judicial envolvendo a segunda colocada do concurso nacional de 2017, Martrecia Alleyne.
Por outro lado, ausentes no Miss Universo 2017, Belize, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Quênia, Suíça e Serra Leoa que competiram no Miss Universo 2016, realizado em Manila, terão candidatas no Miss Universo 2018, que inicia sua programação oficial no domingo, 2 de dezembro. Também retornam Grécia e Sérvia, que estavam ausentes do concurso desde 2015, em Las Vegas. O concurso, terá um número recorde de 96 candidatas.
Em 2017, o Iraque retornou ao Miss Universo depois de uma ausência de 45 anos. Sua única participação tinha sido em 1972. Dos que retornavam ao Miss Universo do ano passado, era o país que estava havia mais tempo fora do concurso. Etiópia e Trinidad e Tobago tinham competido por último em 2014, em Miami. Se confirmada a ausência da Tanzânia, o país africano ficará pela pŕimeira vez fora do Miss Universo desde sua estreia, em 2007.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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