Aberta ponte que vai ligar hotel a local do Miss Universo 2018


Obra é único legado de infraestrutura do concurso para Bangcoc

Da redação TV em Análise

IMPACT Exhibition Management/Divulgação


Com 8,28 milhões de habitantes, Bangcoc desde 1992 é uma cidade pronta para receber edições do concurso de Miss Universo. Fez centros de convenções, sediou Jogos Asiáticos, até que um dos legados da edição de 1998 da “Olimpíada Asiática” servisse como sede da 54ª edição do concurso, em 31 de maio de 2005. E vai voltar a ser na manhã de 17 de dezembro, quando 7 mil pessoas estiverem na Impact Arena. Para facilitar o deslocamento de torcedores, misses e convidados do hotel oficial do certame, o Ibis Bangkok Impact, a IMPACT Exhibition Management construiu uma ponte de 250 metros de largura sobre a via expressa que cerca o local do concurso.
Em maio, a empresa, gerida pelo governo da capital tailandesa, tinha inaugurado outra ponte de 200 metros ligando o complexo da Impact Arena a um centro comercial e a vagas de estacionamento. As pontes tem capacidade para receber mil pessoas se deslocando de um ponto a outro, dos estacionamentos ou do hotel até o palco em que a sucessora da sul-africana Demi-Leigh Nel-Peters, 23, for coroada Miss Universo 2018. Os custos das duas obras não foram divulgados. A nova ponte foi aberta ao público na quarta-feira (10).
Em comparação às duas edições anteriores do Miss Universo realizadas em Bangcoc, as pontes da Impact Arena são o único legado de infraestrutura que a 67ª edição do Miss Universo vai deixar para a Tailândia. Em 2006, a capital tailandesa já vinha se preparando para receber mais turistas, com a inauguração do novo Aeroporto Internacional de Sucarnavhumi, situado a 25 km a sudeste do centro de Bangcoc. Para o Miss Universo 2005, Bangcoc saiu de um canteiro de obras prontas para os Jogos Asiáticos para uma cidade em constante reinvenção, aliando a tradição dos palácios reais à modernidade.

IMPACT Exhibition Management?Divulgação

A Impact Arena fica no bairro de Muong Thang, na zona norte de Bangcoc.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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