Tailândia começa a procurar patrocinadores para organizar 67ª edição do concurso Miss Universo, que acontece em Bangcoc


Organizadores correm contra o tempo

Da redação TV em Análise

Ilona Budzbon/Getty Images


A organização da 67ª edição do concurso de Miss Universo está à procura de patrocinadores para a realização do evento, a ser realizado em Bangcoc entre os dias 25 de novembro e 18 de dezembro. De acordo com o site Behind the Crown, a captação está sendo totalmente feita pela iniciativa privada. Não haverá nenhum investimento direto do governo, exceto na segurança das candidatas e das equipes de produção, que devem percorrer cidades ainda a serem divulgadas.
Os gastos da Tailândia com a organização do Miss Universo 2018 estão estimados em US$ 12 milhões (R$ 47,04 milhões). Grandes grupos empresariais do país já demonstraram interesse em financiar o concurso, mas o presidente do Comitê Organizador, Tanawat Wansom, não quis adiantar que grupos estão interessados. No entanto, o Charoen Pokphand, principal grupo do país, já demonstrou interesse em patrocinar, mas não pode ser dado como patrocinador de forma oficial, pois as negociações se encontram em andamento. Uma marca de cerveja e uma emissora de televisão também estariam articulando toda a captação de patrocínios, necessária para cobrir custos de produção, pagamento de direitos, estadia das candidatas, artistas convidados e equipes de filmagem, transmissão e produção.
Ao governo tailandês caberia apenas a parte de promoção do turismo. No entanto, faltando 73 dias para a realização do concurso, na Impact Arena, no bairro de Muong Thang, na zona norte de Bangcoc, o Ministério de Turismo e Esportes do país não apresentou um plano claro de como vai usar o Miss Universo 2018 para promover a imagem da Tailândia no mercado externo. De acordo com a IMG Worldwide, 213 países e territórios deverão assistir ao certame, que deverá alcançar cerca de 700 milhões de telespectadores.
A 67ª edição do concurso de Miss Universo deverá bater outro recorde de candidatas. Com os concursos da Mongólia e da Hungria, a serem realizados nos dois próximos sábados (6 e 13), o número de competidoras deverá chegar a 94, ultrapassando as 92 verificadas no ano passado, em Las Vegas. Além disso, uma transgênero, a espanhola Angela Ponce, 27, deverá concorrer, apesar da oposição de algumas candidatas e coordenações nacionais.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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