Polishop faz o que Band não está fazendo no Miss Brasil 2019


Todo o planejamento dos concursos estaduais está com a empresa de varejo

Da redação TV em Análise

Organização Miss Brasil Universo/Divulgação/17.06.2018


Por 16 amos consecutivos, a Rede Bandeirantes tem mostrado o concurso de Miss Brasil, válido pelo Miss Universo. Em 15 deles, a Band tem participado da produção dos 27 concursos estaduais. Desde que a Polishop lhe torou esse papel, em 2016, a Band se tornou irrelevante para a família do Miss Brasil. Foi reduzida a um antro de insignificância. Na medida em que a Polishop tenta recompor a imagem do Miss Brasil junto à m[idia, inclusive internacional, a Band batalha nos estertores para que o Miss Brasil seja escondido de suas mídias. De seus canais pagos, da Band aberta e do jornal a ela ligado. O esforço iniciado em 2004 está sendo jogado fora no Morumbi.
O planejamento que já se traçou para o ciclo do Miss Brasil 2019 é todo da Polishop. Nada mais passa pelo crivo dos diretores da Band. Ne mesmo a transmissão do concurso de Miss São Paulo, marcada para o dia 13 de outubro. Quem quiser exibir em TV aberta, que o faça. Para a Polishop, a Band é letra morta na organização de concursos da família do Miss Brasil. A concessão do Miss Universo para o Brasil nem da Band é mais. Passou em sua integralidade para a Polishop, que pode revender os direitos de TV aberta do Miss Universo no país para a Globo, se for esse o caso. Podem espernear, petistas, mas o fato é que a #GloboGolpista já tem namorado a IMG Universe para deixar a Band na mão com o Miss Universo. A Globo e seus aliados no mercado financeiro, no Poder Judiciário, no Congresso Nacional, etc.
A preço de hoje, a chance da Band perder a transmissão do Miss Brasil a partir de 2019 é de 90%. Á área de eventos da emissora foi toda desmontada. A Enter morreu. A Polishop agora é quem toca o barco da fiscalização dos concursos estaduais. É a Polishop quem decide agora os nomes dos coordenadores estaduais e municipais. O planejamento do Miss Brasil 2019 começou menos de dois meses após a eleição da amazonense Mayra Dias, 26, como Miss Brasil 2018. São Paulo e Roraima já fecharam seus quadros de candidatas. Mesmo com dólar americano a 4 reais, a Polishop faz a tarefa de casa que outras coordenações do Miss Brasil não fizeram desde 1954. Desde as duas polegadas a mais da Martha Rocha.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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