FOX está em dúvida para definir quem fará companhia a Steve Harvey na transmissão oficial da 67ª edição do Miss Universo


Nomes de Ashley Graham, Carson Kressley e Lu Sierra aguardam confirmação

Da redação TV em Análise

Fotos Getty Images


De volta a Nova York, os diretores da Miss Univedrse Organization agora se ocupam em tentar definir o quanto antes os nomes que farão as funções de comentaristas da 67ª edição do concurso de Miss Universo, que acontece na manhã do dia 17 de dezembro (noite de 16 de dezembro, pelo horário brasileiro de verão), na Impacrt Arrena, na zona norte de Bangcoc. Fontes da MUO informaram ao TV em Análise Críticas que os nomes da modelo Ashley Graham, 30, do estilista Carson Kressley, 48, e da treinadora de passarela Lu Sierra estão sendo sondados para trabalhar na transmissão do certame, que será feita para 213 países e territórios, através de 55 emissoras em 33 idiomas.
Graham serviu de repórter de bastidores na 65ª e 666ª edições do Miss Universo, realizadas em 30 de janeiro e 26 de novembro de 20174, em Manila e Las Vegas, respectivamente. Para a MUO, também fez essa função nas transmissões do Miss USA em 2016 e 2017. Dos nomes cotados, Kressley tem maior histórico no Miss Universo. Na NBC, comentou o concurso de 2006, em Los Angeles. Na FOX, participou da mesma função no Miss Universo 2017 ao lado de Sierra, treinadora de passarela das candidatas do Miss USA e do Miss Universo.
Se confirmados, os nomes de Graham, Kressley e Sierra só devem ser anunciados para a transmissão do Miss Universo 2018 de forma oficial em setembro, quando uma nova viagem da direção da MUO está programada para Bangcoc com vistas a inspecionar o trabalho do Comitê Organizador Tailandês, presidido pelo empresário Tanawat Wansom. A venda de ingressos para as diversas fases do concurso só deverá ser anunciada a partir de então.
Nomes de jurados e possíveis atos musicais, no entanto, só serão definidos a partir da segunda quinzena de outubro, de modo que os vistos de todos sejam providenciados, devido a trâmites da diplomacia tailandesa com as dos países de origem dos convidados. Nas duas edições anteriores realizadas em Bangcoc (1992 e 2005), o Miss Universo não teve números musicais. Números de dança tradicional local foram usados para preencher o vácuo.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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