Desorganização na Califórnia, Kentucky e Novo México depõe contra biografia vencedora de americanas no Miss Universo


Estados são os únicos que ainda não marcaram datas de concursos do Miss USA 2019

Da redação TV em Análise

Fotos Associated Press e Miss Universe Organization/Divulgação


A cinco meses do fim da janela de concursos estaduais e oito de Sarah Rose Summers, 23, fazer sua sucessora, uma minoria de coordenações está parada nas preparações dos concursos estaduais do Miss USA 2019. É gritante ver potências como Califórnia, Kentucky e Novo México ainda estarem inscrevendo candidatas quando na prática deveriam ter marcado as datas de seus certames. Não dá para acreditar que os Estados de Alyssa Campanellla, Mai Shanley e Tara Conner se rebaixaram a esse ponto. Trocaram coordenações ou simplesmente se rebaixaram a mais sórdida acomodação, vista apenas em certo país da América do Sul,  sem vencer o Miss Universo há cinco décadas.
É compreensível que Todd Chrisley e família, Connie Clark Harrison e Laura Rayborn estejam “muito ocupados” para tentar acomodar o máximo de candidatas possível nos respectivos concursos estaduais. Chrisley, a propósito de um reality show, já marcou a data do Miss Florida USA 2019. Por que não fez o mesmo com o concurso da Califórnia? Preguiça? Acomodação? Ou estão deixando esperar o fogo assentar e São Pedro dar uma amainada? O que se lamenta é que essas coordenações representem 6% do total de 51 estaduais da família do Miss USA, incluindo a do Alasca, que já elegeu candidata.
O estado de desorganização desas coordenações é uma mancha contra a biografia de sucessos americanos no Miss Universo. De já, em nada prejudica as chances de Sarah Rose no Miss Universo 2018, a ser realizado daqui a 126 dias, em Bangcoc. Essa é uma outra história. O problema reside é nas coordenações que estão mais atrasadas na marcação das datas dos estaduais. O verão americano acaba no dia 21 de setembro e Chrisley, Clark Harrison e Rayborn precisam se dar conta que não estão no Brasil do vale tudo e do Vale Tudo da novela das oito da Rede Globo de Televisão. Não podem manchar as biografias de Campanella,  Conner e Shanley, semifinalistas ou finalistas do Miss Universo em 2011, 1984 e 2006 desse jeito. A IMG Universe precisa estar atenta a esse estado de coisas.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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