Transmissão do Miss RN 2018 no Face da Band RN foi sofrível


Internautas ficarm sem ver coroação de eleita no livestreaming

Da redação TV em Análise

Elias Medeiros/G1/11.04.2018


Arrastada, a transmissão do concurso Miss Rio Grande do Norte 2018 na noite da terça-feira (10) feita pelo perfil de Facebook da TV Bandeirantes de Natal se pontou pela chatice de seus apresentadores e pela falácia de editar e fazer tudo de novo para passar na edição da tevê, a ir ao ar na noite deste sábado (14). Mais pobre que Prêmio de Cinema Brasileiro de canal pago da Rede Globo, o Miss RN 2018 começou errando no seu clipe de abertura e na sua edição antiprofissional. Foi um verdadeiro salve-se quem puder.
Como produto televisivo, a etapa potiguar do Miss Brasil 2018, vencida pela candidata de Riacho da Cruz, Monique Rego, 24, se mostrou uma negação. Até o próprio diretor nacional de licenças estaduais do Miss Brasil, Marcelo Soes, assistiu a tudo horrorizado. Nas pastas da Band, além das impressões sobre as candidatas, Soes deve levar à Pòlishop o escárnio que viu no Teatro Riachuelo de Natal, do shopping Midway Mall. Coincidência ou não, um protesto do #LulaLivre ocorria diante do call center das lojas Riachuelo, patrocinadoras do Miss Rio Grande do Norte 2018. A Riachuelo é do pré-candidato do PRB à Presidência da República, Flávio Rocha, que tem nas costas condenações por trabalho escravo.
São inegáveis os esforços do coordenador George Azevedo em melhorar o nível da vencedora do Miss Rio Grande do Norte no Miss Brasil, mas não a ponto de produzir uma terceira Miss Brasil para o Estado. A experiência traumática com Larissa Costa, desclassificada das semifinais do Miss Universo 2009, ainda dói bastante na consciência de George e de diretores da Band no Rio Grande do Norte. O caminhar das notas das próximas avaliações parciais do TV em Análise Críticas vai denotar de que lado o Rio Grande do Norte está. Se de um título ou do sonho eterno, travestido em desilusão e decepção internacional.
Para embasar eventuais reclamações de Soes, a transmissão via livestreaming do Miss RN 2018 não mostrou a coroação da vencedora. Parou enquanto uma banda tocava pela quarta ou quinta vez. Perderam-se os resultados. Fabricou-se ali uma decepção com o resultado inicial de um produto porco e mal acabado.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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