Coordenação do Miss Rio de Janeiro muda pela 2ª vez depois de desclassificações consecutivas no Miss Brasil desde 2016


Diofrildo Trotta perdeu o cargo para André Cruz

Da redação TV em Análidse

Miss Rio de Janeiro/Divulgação/10.06.2017


Durou apenas um ano a passagem do publicitário Diofrildo Trotta pela coordenação do concurso de Miss Rio de Janeiro, a mais problemática do Miss Brasil. Sem vencer o título nacional desde 1981, o Rio assiste à sua segunda troca de coordenador somente nos anos 2010. Desde a saida de Susana Araújo, em 2016, o Estado tem amargado desclassificações no Miss Brasil nos dois últimos anos. E essa situação problemática chamou a atenção da Organização Miss Brasil Universo, joint venture da Polishop, Grupo Bandeirantes de Comunicação e Endeavor. O contrato da empresa de Trota, a DIO Marketing, não foi renovado.
Em substituição a Trotta, a Organização Miss Brasil Universo assinou contrato em 24 de janeiro com a empresa André Cruz Eventos para organizar o Miss Rio de Janeiro 2018. A etapa estadual do Miss Brasil 2018 está marcada para o dia 22 de abril. Candidatas de 17 cidades participaram da seletiva, realizada na terça-feira (20), no hotel Blue Tree Premium Design, no Recreio dos Bandeirantes (zona oeste da capital fluminense).
A última classificação do Rio de Janeiro no Miss Brasil ocorreu em 2015, quando Nathália Kaur Pinheiro ficou entre as 15 semifinalistas. Ela foi a última Miss Rio de Janeiro eleita por Susana Cardoso. Com vários espaços da capital carioca tomados por eventos das Olimpíadas de agosto de 2016, a Polishop organizou uma seletiva às pressas e sem nenhuma divulgação. A niteroiense Sabrina Amorim acabou escolhida, mas não obteve classificação no Miss Brasil 2016, realizado em São Paulo. O mesmo se verificaria com Isabel Correa no Miss Brasil 2017, em Ilhabela. Na disputa estadual, realizada ao final de um congresso da Polishop, no Riocentro, Isabel representou a cidade de Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Em toda a história do Miss Brasil, o Rio de Janeiro contabiliza 63 classificações, incluindo os resultados do antigo Distrito Federal (1954-1959) e do Estado da Guanabara (de 1960 a 1974). Se esses resultados forem contados por ano, o Rio obteve 55 classificações no Miss Brasil desde 1954. o que equivale a um aproveitamento de 87,30%.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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