Assunto da semana: Os nomes para o Oscar do horário nobre


Procura se um apresentador para o 70º Primetime Emmy

Lester Cohen/WireImage/25.08.2014


Passado o carnaval da Tuiuti, é compreensível que as mentes da Academia de Televisão ainda estejam atentas às Olimpíadas de Inverno da Coreia do Sul. Embora a 69ª edição do Primetime Emmy já esteja agendada para o dia 17 de setembro, no Microsoft Theatre de Los Angeles, a briga dentro da NBC, emissora que fará a geração do evento, é para ver quem aceite apresentar o “Oscar do horário nobre americano”. Nomes começaram a circular às fartas. Vai de Jane Lynch aos intocáveis do The Voice, Blake Shelton Ness e Adam Levine Ness.
E por quê coloco o sobrenome de Elliot Ness em Blake e Adam? Desde a criação, em 2011, estes foram os únicos técnicos do Voice não mexidos no palheiro, ambiente totalmente antônomo ao do American Idol, que irá para a sua quinta troca de cadeiras em 16 temporadas. São imexíveis como certo ministro do governo Collor se julgava, antes de a revista Veja e a Rede Globo o derrubarem. Mas não tem a cancha de aprtesentarem eventos a la Alec Baldwin e Steve Martin nos Oscares de 2010 após os Jogos de Vancouver que Record e Sportv (braço da Globo) mostraram.
Noutra ponta, aparece Kristen Bell e seu discurso de convenção de diretores da Chevron cheio de clichês e obviedades burocráticas denotado no SAG Awards recente. É muito fria e circunspecta. Não dá graça nenhuma ao telespectador final. Da turma dos talk shows, Jimmy Fallon e Seth Meyers parecerão escolhas óbvias. Destes, Fallon já apresentou os Primetime Emmys de 2010 e 2014. Na listagem dp site Gold Derby, Fallon tem uma concorrente à altura, Ellen DeGeneres, que apresentou o 57º Primetime Emmy, realizado em 2005. O primeiro que vi.
Mas há a tentativa da Academia de Televisão de apostar em novos rostos para a festa de 70 anos do Primetime Emmy. Kate McKinnon, Leslie Jones e Cecily Strong se enquadram nesse ponto de renovação e tentativa da ATAS de trazer de volta os telespectadores perdidos ao longo dos últimos cinco anos. A concorrência com o Sunday Night Football, da própria NBC, quando o Emmy se alterna entre CBS, FOX e ABC ja era um ítem preocupante. Agora, tendo o Monday Night Football da ESPN, a pedreira da NFL é inevitável sob qualquer hipótese. Até sábado.


Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (17/2)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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