Assunto da semana: Faltou graça para Kristen Bell em evento


SAG Awards se repetiu no discurso batido das feministas

Kevork Djansezian]Getty Images]21.01.2018


Vida que sehue, a 24ª edição dos Screen Actors Guild Awards, realizada no domingo (21) não trouxe nada de novo em termos de essência de discurso na comparação com a Oprah nos Golden Globes de duas semanas atrás. No entanto, se levarmos em conta o quesito mestre de cerimônias (para convenção de empresa), Kristen Bell, 37, deixou a desejar. Se comportou como se estivesse em uma convenção de diretores da Chevron afoitos em tomar a Petrobras do governo e do povo brasileiros. Repetiu clichês oblíquios de beira de esquina, insossos ao públio comum.
De encheção de saco em encheção de saco, a essênnia da 24ª edição do SAG Awards enquanto produto televisivo não foi lá essas coisas. Ocorreu em um espaço anexo ao Shrine Auditorium de Los Angeles destinado a convenções de empresas e festas de 16 anos, Sim, meu caro amigo, festas de 16 anos e não de 15 anos, como ocorre neste Olimpop bolivariano chamado Brasil. No Shrine Exposition Hall, o show do SAG Awards de 2017 dirigido por Alan Carter (The Voice) pareceu coisa menor emtermos de forma e de conteúdo de evento em domingo decisivo dea NFL.
Dos vencedore de televisão? Pouca coisa deu para pegar, a não ser a surpreendente vitória do elenco (atenção, do elenco!) de This is Us sobre o de The Handmaid’s Tale. Isso é história que deve cficar arquivada para lá atrás, no Primetime Emmy de setembro último. Não vejo nada que desmereça a competência de Elisaneth Moss ante seus pares. Mas comno o Emmy só contempla atores e atrizes como indivíduos e não como conjunto de elenco, deixa tudo como está. No resto, Nicole Kidman inclusa, foi tudo repetição do que se viu no 69] Primetime Emmy. Repique puro.
É compreensível que o SAG Awards, assim como o VES Awards (efeitos visuais), os Annie Awards (animação) e outros (Golden Reel, CAS, etc.), se comporte como premiação sindical. É a jóia da coroa da cadeia que vai do Primetime Emmy ao Oscar. E depois, das indicações do Oscar enquanto programa para o Primetime Emmy. Tudo parte de uma cadeia complexa de premiações que se merecem umas as outras. Se pemiam umas as outreas na medida do possível. E assim o barco a ter parada obrigatória no Grammy de logo mais vai sendo tocado. Bom final de semana a todos.


Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (27/1)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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