Em Las Vegas, Monalysa Alcântara fez o Brasil ter a sua sexta classificação no top 10 do concurso Miss Universo desde 1985


Sistema foi instituído em 1984, em Miami

Da redação TV em Análise

Miss Universe Organization/Divulgação/26.11.2017


A classificação da piauiense Monalysa Alcântara, 18, entre as 10 semifinalistas da 66ª edição do concurso de Miss Universo, realizada em 26 de novembro de 2017, em Las Vegas, não foi a primeira de uma brasileira na história do concurso. Desde que a Miss Universe Organization diminuiu o número de semifinalistas de 12 para 10, na 33ª edição do concurso, realizada no dia 9 de julho de 1984, em Miami, o top 10 passou a fazer parte do sistema de cortes do Miss Universo em 2003, na Cidade do Panamá. Em 3 de junho daquele ano, foram classificadas 15 semifinalistas para a etapa de trajes de gala. Finda esta etapa. se classificaram 10 semifinalistas para a etapa de trajes de banho. Em 2006, em Los Angeles, o sistema foi invertido – 20 semifinalistas para traje de banho (reduzidas a partir de 2007 para 15 ou 16) e 10 para traje de gala.
Na versão inicial do top 10 de semifinalistas do Miss Universo, que vigorou de 1984 a 2002, em San Juan, quatro brasileiras se classificaram nesse sistema – a carioca Márcia Giagio Canavezes (Miami, 1985), as gaúchas Deise Nunes (1986, Cidade do Panamá) e Leila Schuster (1993, Cidade do México) e a sul-mato-grossense Michela Marchi (1998, Honolulu). A mineira Gislaine Ferreira (Cidade do Panamá, 2003) se tornou a primeira brasileira a se classificar na nova versão do top 10 do Miss Universo. Mona foi a segunda.
Apenas no concurso de 2016, realizado em Manila, o top 10 foi posto em desuso, reduzido para nove semifinalistas em traje de gala. Monalysa se tornou a sexta brasileira a se classificar entre as 10 semifinalistas do Miss Universo. Nas pontuações divulgadas após o concurso de 2017, a piauiense acabou na sétima colocação geral.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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