MUO muda a data e a faixa de idade de candidatas e Monalysa Alcântara poderá participar do concurso Miss Universo 2017


Pelo novo critério, candidatas terão de ter entre 18 e 28 anos antes de 1º de janeiro do ano do certame

Da redação TV em Análise

Maristela Colucci/Organização Miss Brasil Universo/Divulgação


Uma determinação da Miss Universe Organoization, baixada no dia 19 de agosto, mesmo dia em que a piauiense Monalysa Alcântara venceu o Miss Brasil 2017, alterou os critérios de idade para as edições do Miss Universo a serem realizadas a partir de agora. Pela nova regra, passa a ser aceita a participação de candidatas que tenham 18 a 28 anos completos antes de 1º de janeiro do ano do certame. Monalysa nasceu no dia 26 de janeiro de 1999, em Teresina, portanto estaria elegível para se inscrever na 66ª edição do Miss Universo, que acontece daqui a 35 dias, no teatro The AXIS do Planet Hollywood Resort and Casino, em Las Vegas.
Antes da vigência da nova regra, as candidatas nacionais ao Miss Universo tinham de ter entre 18 e 27 anos completos antes do dia 31 de janeiro do ano de realização do concurso. Essa regra antiga foi muito posta por missólogos de Estados que não conseguiram classificação no Miss Brasil 2017 ou ficaram apenas entre as semifinalistas ou finalistas, como Bahia, Minas Gerais e São Paulo. O descontentamento e a não aceitação dessa regra contaminaram também órgãos de imprensa do Espírito Santo e do Rio Grande do Sul, Estados que emplacaram finalistas junto com a candidata do Piauí.
A participação de candidatas que tenham filhos, esperando filhos ou estejam casadas no Miss Universo e em seus concursos nacionais continuam proibidas, bem como a de candidatas que tenham posado para ensaios eróticos ou de nudez artística em revistas masculinas ou qualquer outro meio audiovisual (DVDs, PPV, filmes, etc.). A MUO prometeu ser mais rigorosa contra a falsificação de idade de algumas competidoras, praticadas por algumas de suas coordenações nacionais. O coordenador ou coordenadora que for pego usando desse expediente fraudulento ficará proibido de representar interesses do Miss Universo. Desde o caso do Miss Sergipe 2015, a Organização Miss Brasil Universo tem sido bastante severa nesse quesito com os coordenadores estaduais e municipais. Nenhum caso de fraude etária em concursos municipais ou estaduais do Miss Brasil/Miss Universo tem ocorrido desde então, de acordo com a Polishop.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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