Em evento na Índia, Iris Mittenaere usa coroa do Miss Universo utilizada de 2009 a 2013 e ‘Coroa da Paz’ pode voltar em 2017


Peça foi desenvolvida pela Diamond Nexus Labs e passou pelas cabeças de Stefania, Ximena, Lopes, Culpo e Isler

Da redação TV em Análise

Miss Universe Organization/Divulgação


Durante a realização do concurso Miss Diva India, na noite da quarta-feira (11), em Mumbai, a Miss Universo 2016, Iris Mittenaere, 24, usou o modelo de coroa da empresa norte-americana Diamon Nexus Labs, conhecido como “Coroa da Paz”, que foi usado entre 2009 e 2013. Stefania Fernandez (VEN, 2009), Ximena Navarrete (MEX, 2010), Leila Lopes (ANG, 2011), Olivia Culpo (USA, 2012) e Maria Gabriela Isler (VEN, 2013) foram suas recipientes.
No concurso de 2014, realizado em University Park (região metropolitana de Miami), a “Coroa da Paz” foi substituída pela “Coroa da Liberdade”, fabricada pela empresa tcheca Diamonds Internacional Corporation (DIC), num contrato de 10 anos assinado pelo então gestor da Miss Universe Organization, Donald Trump, 70, hoje presidente dos Estados Unidos. Depois que assumiu a gestão da MUO, em 14 de setembro de 2015, a WME/IMG usou a “Coroa da Liberdade” nos concursos de 2015 (Las Vegas, The AXIS) e 2016 (Manila, Mall of Asia Arena). Depois da coroação de Mittenaere, o contrato entre a MUO e a DIC foi rescindido pela IMG por falta de pagamento contratual. O acordo iria até 2023.
O rompimento do acordo entre a MUO e a DIC obrigou Mittenaere a usar a partir de agora até o fim de seu reinado, no dia 26 de novembro, a coroa da Diamonds Nexus Labs em compromissos de reinado e viagens internacionais. No retorno à França, em março, Mittenaere usou ainda a coroa da DIC, com a qual foi eleita.

Philippe Huguen/AFP/Getty Images/19.03.2017

Quem suceder à francesa Mittenaere daqui a 45 dias, no teatro The AXIS do Planet Hollywood Resort and Casino, em Las Vegas, poderá ter de usar durante seu reinado como Miss Universo 2017 a “Coroa da Paz” e não a “Coroa da Liberdade”. É essa a coroa de Miss Universo que a piauiense Monalysa Alcântara, 18, e outras 79 candidatas nacionais já confirmadas disputarão. Até o fechamento desta reportagem, a assessoria da MUO não tinha retornado os pedidos de perguntas da reportagem do TV em Análise Críticas sobre o uso da antiga coroa do Miss Universo por Mittenaere em Mumbai.

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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