Assunto da semana: O empoderamento das estatuetas nobres


O Emmy de Moss foi também de Kidman e Louis-Dreyfus

Lester Cohen/WireImage via Gerry Images/17.09.2017


Essa palhaçada de empoderamento feminino não passa de ditame para propaganda da Eletrobrás, antes que o presidente sem voto Temer a passe aos rentistas americanos e chineses. Americanos? Espera aí! Elisabeth Moss, atriz que levou o Primetime Emmy de melhor atriz em série dramática na premiação do domingo, 17 de setembro, é natural de Los Angeles, cidade que sediou a premiação, sabiam, seus energúmenos esquerdistas bolivarianos? E esses desesperados esquecem que Julia Louis-Dreygus, de Veep, nasceu em Manhattan.
Vocês das rádios do Grupo Meio Norte esquecem que Nicole Kidman nasceu na mesma Honolulu de Bruno Mars. E ainda vem falar que a mulher do Keith Urban é australiana! Ora! Tudo porque Big Little Lies foi ambientada na terra dos cangurus, sem cangurus na cena? É, no mínimo, patética a ignorância de alguns “intelectuais” inocentes úteis dessa corja de MBL e Revoltados Online travestidos de “críticos” de séries, minisséries e telefilmes. Telefilmes? Para essa corja o octingentésimo Sharknado com a medrosa da Tara Reid.
É chocante tamanha ignorância e boçalidade de informação que se depreende das coberturas de mídia da imprensa nativa sobre o 69º Primetime Emmy. Uns associam a Kidman com o filme que lhe deu indicação recente ao Oscar de atriz coadjuvante. E a Viola Davis? Foi posta no saco? Aparentemente sim, para anunciar o cantor do in Memoriam no modo Tony Awards. Tudo porque o Emmy de horário nobre deste ano foi da CBS. No ano que vem, volta o inferno da antecipação da NBC por causa de Sunday Nioght Football. Grrrrrr!!!!!!!
Não adianta fazerem a Faith Hill, a Pink ou a Carrie Underwood me trazerem Maracugina ou calmante que já estou com a paciência por aqui, com tanta lerdeza, tanto silêncio da FOX para a data do Miss Universo 2017, que já caiu nas paradas. Vazou. Todo fã de concursos já está careca de saber. Em ternos de Primetime Emmy com o Stephen Colbert, fomos muito bem servidos de um show dinâmico, direto e conciso, dirigido pelo mesmo Glenn Weiss que já coordenou transmissões do concurso nos anos 1990 e 2000. Até sábado.

Publicação simultânea com o TV+Vida do Jornal Meio Norte deste sábado (23/9)

Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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