Retornos de Líbano e Botsuana ao Miss Universo podem não acontecer para o concurso de 2017 por falta de coordenadores


Número de países confirmados cai para 86

Da redação TV em Análise

Fotos Miss Universe Organization e Getty Images


As voltas do Líbano e de Botsuana ao Miss Universo correm o risco de não acontecerem para a 66ª edição do concurso, prevista para 17 de dezembro, no MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas. De acordo com a Miss Universe Organization, não existem indícios claros de pagamento de taxa de franquia por parte das coordenações desses países, tampouco existência de coordenações locais.
O Líbano competiu no Miss Universo pela última vez em 2015, com Cynthia Samuel, que não se classificou entre as 15 semifinalistas. Já Botsuana não participa do concurso desde 2014, quando Tsaone Macheng também ficou fora. Os dois países tem um título cada, conquistados em 1971, por Georgina Rizk, e 1999, por Mpule Kwelagobe.
Em 2016, o Ministério do Turismo do Líbano desistiu de patrocinar a ida da vencedora do Miss Líbano ao Miss Universo. Por orientação da WME/IMG, empresa proprietária do Miss Universo, coordenações de concursos que acumulem franquias do Miss Universo e de concursos rivais como Miss Mundo, Miss Terra e Miss Beleza Internacional estão sendo orientadas a enviara candidatas separadas para cada concurso. Coordenações como as da França e Áustria já se enquadraram na nova orientação.
A redação do TV em Análise Críticas não conseguiu localizar os responsáveis pelas concessões do Miss Universo em Botsuana e no Líbano até o fechamento desta reportagem.
Com essas baixas, o número de países confirmados no Miss Universo 2017 caiu de 88 para 86, o que quivale a 81,90% das 105 coordenações nacionais ativas junto à MUO. Veja como ficou o quadro provisório de países que estarão com candidatas no certame

-Albânia
-Angola
-Aruba
-Austrália
-Áustria
-Bahamas
-Barbados
-Belize
-Bélgica
-Bolívia
-Brasil
-Ilhas Virgens Britânicas
-Camboja
-Canadá
-Ilhas Cayman
-Chile
-Colômbia
-Costa Rica
-Croácia
-Curaçao
-República Tcheca
-República Dominicana
-Equador
-Egito
-El Salvador
-Finlândia
-França
-Geórgia
-Alemanha
-Gana
-Grã-Bretanha
-Grécia
-Guam
-Guatemala
-Guiana
-Haiti
-Honduras
-Islândia
-Índia
-Indonésia
-Irlanda
-Israel
-Jamaica
-Japão
-Cazaquistão
-Coreia (do Sul)
-Quirguistão
-Laos
-Malásia
-Malta
-Maurício
-México
-Montenegro
-Mianmar
-Namíbia
-Holanda
-Nova Zelândia
-Nicarágua
-Nigéria
-Noruega
-Panamá
-Paraguai
-Peru
-Filipinas
-Polônia
-Portugal
-Porto Rico
-Rússia
-Sérvia
-Serra Leoa
-Cingapura
-Eslováquia
-Eslovênia
-África do Sul
-Espanha
-Sri Lanka
-Santa Lúcia
-Suécia
-Tailândia
-Trinidad e Tobago
-Turquia
-Ucrânia
-Estados Unidos
-Venezuela
-Vietnã
-Zâmbia
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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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