Antes de eleição de Miss RJ no Riocentro, CEO da Polishop confirma Miss Brasil 2017 para o dia 19 de agosto e concurso vai sair de capitais de Estado pela primeira vez desde 1957


Concurso irá para Ilhabela, no litoral norte de São Paulo

Da redação TV em Análise

Getty Images


Uma decisão inesperada tomada durante a convenção da Polishop, na tarde deste sábado (10), no Riocentro, tirou a realização do concurso Miss Brasil de uma capital de Estado pela primeira vez desde 1957. O CEO da empresa patrocinadora master do certame, João Appolinário, anunciou no encontro, que serviu também para eleger a candidata do Rio de Janeiro na disputa nacional, Isabel Correa, 26, que a etapa brasileira do Miss Universo 2017 será realizada no dia 19 de agosto, em Ilhabela (202 km a sudeste de São Paulo). O acesso à cidade só é possível através de balsas que saem da cidade de São Sebastião, o que deve dificultar um pouco o deslocamento das candidatas e das equipes de produção do certame.
As primeiras quatro edições do Miss Brasil foram realizadas em Petrópolis (67 km ao norte do Rio de Janeiro), entre 1954 e 1957. De 1958 a 1989 e 1991 a 2016, o concurso foi realizado em seis capitais – Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza. Rio de Janeiro, São Paulo e Teresina. Ilhabela é a segunda cidade sem ser capital de Estado a realizar uma edição do Miss Brasil. E é lá que a baiana Raíssa Santana, 21, eleita pelo Paraná do Sérgio Moro da mala do Rocha Loures do Osmar “Carne Fraca” Serraglio, fará sua sucessora.
De acordo com Appolinario, a intenção, com a escolha de Ilhabela para sediar o Miss Brasil 2017, é tornar o Miss Brasil “um evento itinerante” nos mesmos moldes que o Miss USA opera desde 1973. No Miss Universo, o esquema de sedes itinerantes passou a vigorar em 1972. Desde então, 22 países e territórios fora os Estados Unidos receberam o certame.
Desde que a Polishop passou a formar joint venture com o Grupo Bandeirantes de Comunicação e a IMG Universe, em novembro de 2015, é a primeira vez que a Organização Miss Brasil Universo realiza um evento fora da cidade de São Paulo para a eleição da Miss Brasil. Nas gestões da Enter (2012-2015) e da Gaeta (1999-2011) se tentaram experiências fracassadas, que não deram em nada. A gestão de sede itinerante do Miss Brasil é pouco comum na história do concurso, principalmente desde que passou a eleger apenas a representante brasileira no Miss Universo, em 1981.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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