Pela primeira vez na história, concurso Miss USA não terá nenhum homem na apresentação ou nos bastidores


FOX também reduz duração do concurso de três para duas horas

Da redação TV em Análise

Fotos FOX/Divulgação


A FOX, rede de televisão que transmite o concurso Miss USA, tomou as primeiras decisões para o concurso de 2017, que acontece daqui a seis dias, no Manladay Bay Ebvents Center, em Las Vegas. Numa delas, a emissora, em conjunto com a Miss Universe Organization, decidiu acabar com a figura do mestre de cerimônias masculino da etapa americana do Miss Universo 2017. Não haverá substituto para Terrence J, 35, usado apenas no Miss USA 2016 em função de um reality de namoros que a emissora já tirou do ar. Julianne Hough, 28, ex-coreógrafa do Dancing with the Stars, foi mantida na função e será a primeira mulher a assumir sozinha a função de apresentadora de uma edição do Miss USA, posto este até então exclusivo de homens.
Além de apresentadora, Julianne servirá como produtora da final televisionada, que também teve sua duração reduzida para se adequar à grade de horário nobre da FOX americana. Sem estripulias, o concurso cairá das três horas usadas no ano passado para apenas duas. O número de semifinalistas também vai cair – de 15 para 10, as quais desfilarão em traje de banho e traje de gala. O único corte será para a entrevista final, que volta a ter cinco finalistas. Não haverá mais o corte para as três finalistas.
Outro nome mantido do Miss USA 2016 para o Miss USA 2017 é o da modelo plus size Ashley Graham, 29. Ela exerceu a mesma função no Miss Universo 2016, em janeiro último, quando Steve Harvey, 60, se redimiu do erro do ano anterior e apresentou o concurso e seu resultado de forma correta.
Das 51 candidatas estaduais que já estão concentradas no hotel do concurso, a vencedora vai representar os Estados Unidos no Miss Universo 2017, inicialmente previsto para o dia 17 de dezembro, na Perth Arena, em Perth. No entanto, a depender de possíveis negociações, a data, o local e a cidade-sede poderão ser alterados. Ninguém na empresa controladora do Miss Universo, a WME/IMG, fala sobre as negociações com a cidade australiana, que não tem notícias desde o início de fevereiro (e corre o risco de perder a parada). A seguir cenas dos próximos capítulos.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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