Estados que não marcaram datas dos concursos do Miss Brasil 2017 tem mais da metade dos títulos nacionais


Entre eles estão Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais

Da redação TV em Análise

Arte/TV em Análise Críticas


A quatro dias da retomada da programação dos concursos estaduais válidos pelo Miss Brasil 2017, nove Estados e o Distrito Federal ainda não marcaram as datas de eleição de suas candidatas para a etapa brasileira do Miss Universo 2017, prevista para agosto. Entre os retardatários estão forças tradicionais do Miss Brasil como o Rio Grande do Sul, maior detentor de títulos nacionais (15), Minas Gerais e Rio de Janeiro (ambos com oito títulos cada). O atraso desses Estados contrasta com o plano da Polishop de adiantar as datas dos concursos estaduais para adequá-los à data inicialmente proposta de 5 de agosto, que não deve vingar.
Também estão entre os retardatários o Amazonas e o Distrito Federal, que tem um título de Miss Brasil cada. Somados a Rio, Minas e Rio Grande do Sul, essas unidades da Federação tem 33 títulos nacionais. Contando apenas as participações no Miss Universo (ou seja, candidatas eleitas Miss Brasil no voto dos jurados), a conta cai para 32 títulos, assim distribuídos: 14 do Rio Grande do Sul, oito do Rio de Janeiro, oito de Minas Gerais, um do Distrito Federal e um do Amazonas. Eles respondem por 51,61% dos títulos de Miss Brasil concedidos desde a criação do concurso, em 1954.
Também estão com datas indefinidas Acre, Amapá, Espírito Santo, Paraíba, Rondônia e Sergipe. Nenhum desses Estados venceu o Miss Brasil até agora. Dos Estados citados na reportagem, o Amapá é o único que não abriu inscrições para a escolha das candidatas de seu concurso estadual. A coordenadora estadual Enyellen Sales não foi localizada para responder às perguntas da reportagem do TV em Análise Críticas sobre o atraso na produção do Miss Amapá 2017 e a não abertura de inscrições.
Entre as coordenações que não marcaram data, duas – Amazonas e Sergipe – definiram os meses de realização de seus concursos: maio e junho, respectivamente, porém sem especificar datas. Na mesma situação está o Rio Grande do Sul. De acordo com a Organização Miss Brasil Universo, a eleição da sucessora de Letícia Kuhn deverá ocorrer em julho, em data que atenda às necessidades de programação da Rede Bandeirantes, exibidora do concurso nacional e do Miss Universo em TV aberta.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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