Mãe de candidata de Laranjal Paulista e miss Santos de 1994 trocam acusações por resultado do Miss São Paulo 2017


Caso vai parar na Justiça

Da redação TV em Análise

Reproduções/Facebook


Além da tentativa de racismo contra a vencedora do Miss São Paulo 2017, Karen Porfiro, a primeira etapa estadual do Miss Brasil 2017 também está sendo manchada por uma troca de agressões mútuas nas redes sociais entre torcidas de candidatas. Mensagens de Facebook às quais o TV em Análise Críticas teve acesso mostram que a candidata de Laranjal Paulista, Bruna Zanardo, foi chamada de “laranja podre” após o anúncio do resultado no palco de Auditório Celso Furtado do Palácio das Convenções do Anhembi, na madrugada do domingo (26). “UFAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA A MISS VIROU SUCO DE LARANJA PODRE”, escreveu em caixa alta a Miss Santos de 1994 Erika Gasbarro. Ela participou do concurso Miss São Paulo 1994, vencido pela campineira Valéria Peris, que traria para o Estado o último título de Miss Brasil.
Horas após a mensagem sarcástica de Erika, a mãe de Bruna, Andrea Custodio, começou a postar mensagens contra a ex-miss santista, a ameaçando com processo. Erika Gasbarro chamou Andrea de “psicopata” porque denunciou seu perfil ao Facebook, que mostrava montagens consideradas ofensivas pela mãe da candidata de Laranjal Paulista. À redação do Críticas, Andrea Custudio confirmou que vai processar Erika Gasbarro por calúnia e difamação e denunciou a ex-miss Santos por prática de cyberbullying.
Durante o Miss São Paulo 2017, Erika Gasbarro torceu pela candidata de Bauru, Eloisa Andrade, que não se classificou entre as 12 semifinalistas. Após a desclassificação de Eliosa, Erika começou a postas mensagens sugerindo “marmelada” no concurso paulista. Procurada pelo Críticas, a Organização Miss Brasil Universo, joint venture da Polishop, Grupo Bandeirantes de Comunicação, Ford Models Brasil e IMG Universe, esclareceu que os resultados que definiram as 12 semifinalistas do Miss São Paulo “foram devidamente auditados pela (empresa) KPMG” e negou qualquer indício de fraude. A direção brasileira do Miss Universo recomendou que tanto Erika, quanto Andrea “ou qualquer outra pessoa interessada” pode fazer as denúncias de irregularidades nos concursos estaduais, “desde que estejam fundamentadas em Ata Notarial (de cartório)”.
Logo após a eclosão das primeiras denúncias relativas ao Miss São Paulo 2017, a página do Manual de Ética e Operações do Miss Brasil foi alterada, já com as informações relativas aos concursos estaduais de 2017. Até a primeira quinzena de agosto, 25 Estados e o Distrito Federal deverão realizar seus concursos.

Edvald Schmidt Gasbarro/Facebook/Reprodução
Erika Gasbarro em sua época de miss Santos

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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