Domingo de protestos conseguiu reunir a fina flor da imbecilidade nacional, antecipada no Miss São Paulo


Graças ao “judeu cheiroso” de Trump e sua madrinha política, Hillary Clinton

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

“Lula, seu vagabundo! Dilma, sua ladrona e vagabunda!”
(Regina Duarte, atriz exclusiva da Rede Globo, assim como os concursos de misses que a Band transmite, num caminhão de som instalado pelos terroristas do MBL na Paulista)

Fotos EGO e Diário do Centro do Mundo


A idiotice de elementos palermas do Movimento Brasil Livre e do Vem Pra Rua ao persistirem na micagem das manifestações pueris de rua deste domingo (26), um dia após o concurso de Miss São Paulo 2017 antecipar a baboseira, é resultado da microcefalia moral e de caráter de certos elementos enrustidos no que sobrou da aparelhagem de rancor e ódio que levou ao impeachment sem crime de responsabilidade da presidenta eleita Dilma Rousseff, patrocinada por órgãos de imprensa que incluíam a Band, que transmite os concursos do Miss Universo e é parceira da Rede Globo no sublicenciamento destes eventos e de campeonatos de futebol. A indigência de retardados como Kim Kataguiri, Marcello Reis, Marcelo Chequer e outros elementos de “notório saber” como a atriz Regina Duarte, sócia-fundadora do movimento Cansei ao lado do prefeito João Doria (PSDB), beirou ao non-sense da arrogância ao fazer as redes correrem para fora da avenida Paulista, para evitarem noticiar o fiasco que ali se desenhava. Como vem ocorrendo desde 2010 nos concursos de beleza da Band, àquela altura já na base de oposição ao PT e ao governo do então presidente Lula.
A idiotice desses cidadãos porcos de educação e respeito ao ser humano parece encontrar raízes na intolerância de Ari Emanuel, dono da Miss Universe Organization, à causa palestina. Em agosto de 2006, Emanuel, coletor de doações de campanhas do Partido Democrata junto a celebridades, pagou um anúncio de página inteira no Los Angeles Times para atacar o governo do Líbano e os defensores do Estado Palestino. Como o Reino Mineral de Michael C. Hall e o Melhor do Carnaval estão carecas de saber, Emanuel é judeu. Não desses judeus fedorentos delatados por Ramsés, faraó egípcio vivido por Sérgio Marone na primeira temporada da novela e no filme Os Dez Mandamentos – O Filme. Ao contrário: Ari Emanuel é um judeu cheiroso, sem barba, que usa ternos de grife francesa e perfumes da casa Chanel de Paris. Pode ter partido da firma de Emanuel, a William Morris Endeavor (WME), a ordem para que a Band colocasse faixas e cartazes na abertura do concurso paulista válido pelo Miss Brasil 2017, sob a chancela da Fiesp e da Polishop, empresa de televendas que já acumula mais de 200 reclamações nos Procons estaduais desde 2012, a maioria por propaganda enganosa.
Faltou a Organização Miss Brasil Universo ter metido dezenas de pixulecos de Lula com camisa de presidiário na abertura do Miss São Paulo 2017 para denotar claramente a inclinação partidária do dono do concurso, João Appolinário, notório apoiador de Doria e das quadrilhas ligadas ao PSDB, incrustadas no MBL, no Vem Pra Rua e no Revoltados Online. A de apoiar a terceirização da atividade fim (o que já acontece no Miss Brasil e concursos regionais), o cerceamento da liberdade de imprensa a órgãos de imprensa progressistas, a criminalização e satanização de movimentos sociais de esquerda como o MTST e MST e entidades como a UNE e a negação dos direitos dos povos indígena através da satanização da Associação Brasileira de Antropólogos e do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). A de apoiar a destruição do Estado brasileiro, através da proibição de investimentos públicos até 2036. A da entrega do “conteúdo nacional” do petróleo e do audiovisual à Chevron, Shell, Disney, Comcast, 21st Century Fox e IMG Worldwide (o que já está acontecendo gradativamente no Miss Brasil e nos seus concursos estaduais). A da submissão do “conteúdo local” e da regionalização da produção ao Deus Mercado Tom Brady, à Dow Jones, ao S&P 500, a stigmata de Hillary Clinton, Bill Clinton, Sarah Palin e Donald Trump, ao Marcola e ao Vetola do PCC, à Blçoomberg, ao Financial Times, à The Economist, ao capitalismo selvagem de Ayn Rand, do Chase Manhattan e do Goldman Sachs…

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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