Atraso na definição de datas de 14 concursos estaduais do Miss Brasil 2017 vai cair nas costas dos coordenadores


Caberá à Polishop arcar com esse ônus maldito, que pode comprometer as chances do Brasil no Miss Universo 2017

João Eduardo Lima
Editor e criador dos blogs TV em Análise

Antares Martins/Organização Miss Brasil Universo/23.07.2016
O Rio Grande do Sul de Letícia Kuhn está no olho do furacão


O ciclo de concursos estaduais do Miss Brasil 2017 começa com o mapa do país desenhado pela metade no que diz respeito à organização de 14 de seus 27 concursos estaduais. Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e Tocantins tem seus coordenadores na linha de tiro para dar explicações sobre por que não repassaram à Organização Miss Brasil Universo as informações relativas às datas de realização de seus certames. Como é de conhecimento de todos, a 63ª edição da etapa brasileira do Miss Universo foi antecipada de 30 de setembro para 26 de agosto. O local de realização, o Citibank Hall de São Paulo, deverá ser preservado salvo instruções de segunda ordem vindas de sua patrocinadora master, a Polishop, que detém a propriedade do concurso desde 2015.
A imprensa servil de Moroland – Contando Empulhações para o Lula Ser Preso por Ordem do The F.B.I. Americano e do Presidente Donald Trump, Auspiciado pelo Deus Supremo de Todos os Deuses Mercado Tom Brady Dow Jones S&P 500 pode até não saber, mas as verdades secretas (que não são as de novela da Globo ganhadora de Emmy Internacional) que a Polishop esconde na desorganização de parte do ciclo do Miss Brasil 2017 são mais sórdidas do que a vã filosofia dos Saltimbancos Magistrados de Plantão da Globonews possam pensar. No Planeta Raíssaland, não há o atraso de 14 coordenações estaduais para definir as datas de seus concursos. Oculta-se esse anúncio relevante e joga-se a escanteio para vender uma nova formatação do Miss São Paulo, que abre o calendário, empulhada para o resto do país, aos moldes do Padrão Global Padrão FIFA Padrão Fintástico. Tenta-se obrigar a coordenadora do Amapá, Enyellen Salles, ex-competidora do Miss Brasil, a aplacar no concurso de seu Estado uma transmissão compulsória na afiliada local da Band, mesmo que esta não tenha caminhão de externas para transmissões ao vivo. Na Rede Bandeirantes, farão-se não sei quantos blefes de marketing junto a governos e prefeituras, obviamente aliadas com a Ponte para o Passado do Presidente Drácula Michel Temer, para atender as locupletações e conveniências de prefeitos, deputados e senadores aliados com as políticas mais retrógradas de desrespeito aos direitos humanos, apoio ao trabalho escravo e criminalização e satanização dos movimentos sociais de esquerda. Desde Larissa Costa, o Miss Brasil da Band tem navegado por esse caminho caudaloso, pantanoso e perigoso, que ameaça as chances do país emplacar uma favorita ao título de Miss Universo 2017, venha de onde vier, seja de que cidade ou Estado for. Não importa se é Timóteo, Itaberaba, Laranjal Paulista, Campos Novos ou o raio que o parta. Ou as Prostitutas Bunheads que Pariram Essas Mentes Desérticas no Capitalismo Selvagem Americano e Europeu.
Na Homeland das quadrilhas de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, Eduardo Paes, Luiz Fernando Pezão e dos Piccianis (Jorge, presidente da Alerj, e Leandro, ministro do Esporte, curador dos restos do Parque Olímpico da Rio 2016), o concurso de Miss Rio de Janeiro que revelou Adalgisa Colombo, Adriana de Oliveira, Eliane Thompson, as gêmeas Ridzi e tantas outras morreu. A aliança dos coordenadores com o carcinoma político que matou a “Doha carioca” jogou na lona a Menina de Ouro do Miss Brasil pré-Hazzy e pré-Josianes, Fabianes, Rafaellas Zanella e tantas outras da guarda recente. Cabral recebeu Zuleyka Rivera anos antes de virar hóspede VIP co Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu (zona oeste da capital do Estado da Bossa Nova, Morena Baccarin, do samba e dos proibidões). Não tem nada a ver com filme ganhador de Oscar, onde a Hillary Swank é mais competente que a Thayla Ayalla e a Marjorie Estiano somadas. E Morgan Freeman era mais competente que um então moleque da base do Santos Futebol Clube chamado Neymar Júnior antes do ouro olímpico do Maracanã. Nas Geraes de Natália Guimarães, última brasileira a chegar perto da coroa de Miss Universo, em 28 de maio de 2007, o concurso Miss Minas Gerais está em coma induzido pela Polishop. Colocou-se em code black (nada a ver com a série da Marcia Gay Harden, que não é parenta do Barba da NBA) para o concurso que deu ao país oito misses Brasil em uma quase Miss Universo. Seu antigo coordenador, José Alonso Dias, pulou fora. Jogou-se uma tradição dos mineiros às traças dos mercadores paulistas e Bandeirantes – os da rede de televisão que faz o Miss Brasil.
Nos cálculos da Polishop e de suas parceiras na Organização Miss Brasil Universo – fora a Band, a Ford Models Brasil e a americana IMG Universe, braço da WME/IMG, dona do Miss Universo, será muito difícil fechar a conta de tantas transmissões de concursos estaduais pelas afiliadas da Band em 23 Estados e no Distrito Federal. A conta inicial está estimada em R$ 18 milhões para um pacote de 21 concursos transmitidos ao vivo – Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Todos os custos serão bancados pela própria Polishop, em conjunto com as emissoras locais da Band. A Miss Universe Organization entrará com um auxílio suplementar, de valor não revelado, para a melhoria das condições e adequação das coordenações estaduais às novas diretrizes do Miss Brasil, elaboradas ainda em Manila, durante a participação de Raíssa Santana no Miss Universo 2016. O coordenador que atrasar, que se vire.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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