Administração da Polishop na etapa brasileira do Miss Universo divide internautas do Críticas quase dois meses depois de Raíssa Santana disputar título de 2016


Metade dos leitores critica enquanto a outra metade vê chances de título de Miss Universo sair depois de 49 anos

Da redação TV em Análise

Ted Alibe/AFP/Getty Images/29.01.2017


A administração da Polishop para o concurso Miss Brasil, etapa brasileira do concurso de Miss Universo, deixou os internautas do TV em Análise Críticas divididos. Dos cinco leitores que participaram da enquete realizada até o início da tarde deste domingo (19), dois (ou 40%) disseram que a empresa de varejo se mostrou uma decepção na administração da concessão do Miss Universo para o país, pois poderia ter trazido um resultado melhor que o que a baiana Raíssa Santana acabou trazendo – uma módica classificação entre as 13 semifinalistas. Desde que o Miss Universo instituiu a fórmula de cortes 6-3, em 1990, nenhuma brasileira se classificou entre as seis finalistas ou três finalistas. A fórmula de classificação do Miss Universo 2016 (12-9-6-3) foi um aperfeiçoamento das usadas em 1974 (12-5) e 1994 (10-6-3), quando o concurso ocorreu em Pasay (região metropolitana de Manila), sede do concurso deste ano.
Outros 40% dos leitores que participaram da enquete, no entanto, acha que a administração do Miss Brasil liderada pela Polishop, em associação com o Grupo Bandeirantes de Comunicação, Ford Models e IMG Universe, vê que a atual coordenação está apta a mandar para o Miss Universo 2017 uma candidata que esteja apta a encerrar um jejum de 49 anos sem títulos para o país, a serem completados no dia 13 de julho. O ciclo de concursos estaduais da temporada do Miss Brasil 2017 começa neste sábado (25), em São Paulo, e deverá se estender de abril a julho. O Miss Brasil 2017 deverá ocorrer no dia 26 de agosto. Já o Miss Universo 2017 ocorrerá em dezembro.
Apenas um leitor (ou 20% do total) respondeu que a gestão da Polishop manterá o legado de classificações que o Brasil obteve após sediar o concurso de Miss Universo, em 12 de setembro de 2011. A amostragem não tem qualquer valor científico.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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