Após mudança no Miss Piauí, Band e Polishop passam a assumir o controle de oito etapas estaduais do Miss Brasil


Todos os concursos da região Sudeste estão sob sua responsabilidade

Da redação TV em Análise

Arte/TV em Análise Críticas


O descredenciamento de Nelito Marques no dia 3 de fevereiro fez a Organização Miss Brasil Universo ampliar seu poder no controle de parte das coordenações estaduais do Miss Brasil para o ciclo de 2017. Das 27 etapas estaduais, oito – Espírito Santo, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Sergipe e Tocantins – passam a ser de inteira responsabilidade da joint venture formada pela Polishop, Grupo Bandeirantes de Comunicação, Ford Models Brasil e IMG Worldwide (antiga WME/IMG), sob licença da Miss Universe Organization. As outras 19 etapas estaduais mostradas no mapa acima continuam nas mãos de franqueados.
No mapa elaborado pela redação do TV em Análise Críticas, chama a atenção o controle absoluto do consórcio liderado pela Polishop sobre todos os concursos estaduais da região Sudeste – o Rio de Janeiro passou a fazer parte do grupo no ano passado, depois que a antiga coordenadora, Susana Cardoso, foi afastada sob suspeitas de corrupção e fraude no Miss Rio de Janeiro, que vai passar a receber a bandeira da marca de cosméticos Be Emotion, pertencente ao grupo dono do Miss Brasil e da concessão brasileira do Miss Universo desde 31 de outubro de 2015.
Fora da região Sudeste, a Organização Miss Brasil Universo detém os controles de dois concursos na região Nordeste – Piauí e Sergipe, um na região Norte – Tocantins – e um na região Sul – Rio Grande do Sul. Com o novo mapa, o consórcio Polishop/Band/Ford Models/IMG passa a ser dono dos quatro concursos de maior importância histórica do Miss Brasil – Rio Grande do Sul (15 títulos nacionais), Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro (8 títulos nacionais cada). O Paraná da atual Miss Brasil, a baiana Raíssa Santana, que tem um histórico de cinco títulos, permanece com a coordenação nas mãos de franqueados.

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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