Competindo em casa, filipina Maxine Medina tentará defender legado de classificações de seu país no Miss Universo


Desde 1954, país teve 20 classificações não consecutivas entre as semifinalistas

Da redação TV em Análise

Fotos Miss Universe Organization/Divulgação
Os títulos vieram em 1969, 1973 e 2015, com Gloria Diaz, Margarita Morán e Pia Wurtzbach


Está nas mãos de Maxine Medina, 26, a responsabilidade de manter as Filipinas na elite do Miss Universo e assegurar a continuidade dos sucessos iniciados em 2010, quando Maria Venuz Raj encerrou um jejum de 11 anos sem classificações no concurso de Miss Universo, cuja 65ª edição ocorre daqui a 20 dias, na Mall of Asia Arena, em Pasay (região metropolitana de Manila). Uma desclassificação pode colocar a perder uma fórmula de sucessos consecutivos iniciados desde então, cujo ponto alto veio com a eleição de Pia Wurtzbach como Miss Universo em 20 de dezembro de 2015, encerrando um jejum de 42 anos sem títulos para o país asiático.
Presentes no Miss Universo desde sua primeira edição, em 1952, as Filipinas obtiveram sua primeira classificação em 1954, com Maria Blesilda Ocampo. O país ainda participaria do Miss Universo em 1955 e 1956, até que em 1958 e 1959, Carmen Tuazon e Christina Matias não competem em Long Beach (Califórnia). Antes da criação do concurso nacional, o Binibining Pilipinas, as Filipinas ainda mandariam para o Miss Universo, àquela altura já realizado em Miami Beach (região metropolitana de Miami), Josephine Estrada e Lalaine Bennett, quarta colocada no Miss Universo 1963. A partir do Miss Universo 1964, a representante filipina no concurso passou a sair do Binibining Pilipinas. A partir de então, iniciou-se uma jornada de 18 classificações não consecutivas, incluindo-se as da onda recente de 2010, e os títulos conquistados em 1969, por Gloria Diaz, em Miami Beach, 1973, por Margarita Moran, em Atenas, e 2015, por Pia Wurtzbach, em Las Vegas.
Sede do Miss Universo pela terceira vez, as Filipinas querem repetir as classificações em casa de Guadalupe Sanchez, em 1974, e de Charlene Gonzalez, em 1994. Não querem com Maxine passar vergonha a seus compatriotas. Uma classificação entre as 15 semifinalistas já está de bom grado, de acordo com a avaliação pré-embarque que o TV em Análise Críticas publicou na segunda-feira (2). Nela, Maxine está na 14ª colocação.

Xinhua Finance Agency/17.04.2016
Maxine: responsabilidade para evitar fracasso em casa

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Sobre João Lima

Crítico de entretenimento desde 2001, João Eduardo Lima escreve no Jornal Meio Norte. Foi repórter de Regional, Polícia e Nacional. Em 2005, entrou no mundo da blogosfera independente com o pioneiro TV em Análise. Suas postagens sobre os bastidores do Miss Brasil-Miss Universo mostraram ao público um lado dos concursos de beleza que os organizadores não querem que você saiba. E, ainda por cima, querem, na base da mordaça, impedir você, leitor, contribuinte e pagador de impostos, de saber o que está por trás do manto vermelho da missologia nacional.
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